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Starlink implementa conexão direta via satélite em celulares sem necessidade de antena

Tecnologia vai facilitar o acesso de aparelhos ao sinal

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A Starlink, empresa de Elon Musk, avança na conectividade global ao implementar a tecnologia que permite o uso da internet via satélite diretamente em celulares, dispensando antenas externas. A inovação, fruto da colaboração entre Starlink e a operadora T-Mobile, visa eliminar áreas sem cobertura, garantindo comunicação em locais remotos.

A tecnologia Direct to Cell utiliza satélites de segunda geração, equipados com antenas que simulam torres de celular no espaço. Operando em frequências compatíveis com protocolos LTE/4G, possibilita que celulares comuns se conectem diretamente aos satélites sem necessidade de modificações.

Quais aparelhos vão ter acesso ao serviço da Starlink?

Dispositivos como iPhones (a partir do modelo 14) já integram essa funcionalidade, utilizando uma antena interna para estabelecer conexão com os satélites Starlink. Um aplicativo auxilia o usuário a posicionar o celular para otimizar a recepção do sinal.

Inicialmente, o serviço é restrito ao envio de SMS, operando em banda estreita (2 Mbps a 4 Mbps por zona de cobertura). A Starlink planeja expandir o serviço, incluindo chamadas de voz e acesso à internet a partir de 2025.

A dependência de uma visão clara do céu ainda é um desafio, com obstáculos como árvores e prédios que podem interferir na conexão. O sinal dos satélites, mais fraco que o das torres terrestres, dificulta a penetração em ambientes fechados.

Disponibilidade

Atualmente, o serviço está disponível nos Estados Unidos, em parceria com a T-Mobile, que destinou parte de seu espectro de banda média (1900 MHz) para viabilizar a conexão direta com os satélites. Outros países, como Canadá, Austrália e Japão, firmaram acordos com a Starlink, mas a implementação global depende de parcerias com operadoras locais.

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As vantagens do Direct to Cell incluem cobertura global, crucial para emergências e atividades em áreas remotas. Os desafios envolvem a baixa largura de banda, a dependência de condições climáticas favoráveis e a necessidade de visada desobstruída.

Em áreas urbanas, a conexão via satélite pode ser menos eficiente do que as redes terrestres. A Starlink Direct to Cell representa um avanço para a democratização da conectividade, abrindo caminho para comunicação em praticamente qualquer lugar do planeta.

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