Resumo da Notícia
O ‘Viver Sertanejo‘, da Globo, deste domingo, 15 de fevereiro, vai ao ar com uma proposta especial e afetiva: celebrar os instrumentistas que ajudaram a construir a identidade da música sertaneja ao longo das décadas.
A atração reúne momentos marcantes e relembra participações de artistas que fizeram do violão e da viola caipira instrumentos fundamentais em suas trajetórias.
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O programa mergulha nas origens e nas histórias pessoais desses músicos, mostrando como o aprendizado começou cedo e se transformou em profissão.
Bruna Viola relembra início na música e paixão pela viola
Entre os destaques do especial está a participação de Bruna Viola, que conta como começou sua relação com a música ainda na infância. A artista revela que ganhou o primeiro violão aos dez anos e, após um período de aprendizado, decidiu se dedicar à viola caipira, instrumento que se tornou sua principal marca.
O programa também destaca a dupla Mayck & Lyan. Lyan apresenta uma interpretação especial de “Beat It”, clássico de Michael Jackson, adaptado para a viola caipira. A performance reforça a versatilidade do instrumento, mostrando que ele pode transitar por diferentes estilos sem perder sua essência sertaneja.
Grandes nomes relembram histórias e influências musicais
A edição especial reúne ainda artistas que ajudaram a consolidar o sertanejo ao longo das décadas. Entre eles estão Di Paullo & Paulino, Edson & Hudson, Rio Negro & Solimões, Guilherme & Benuto, César Menotti & Fabiano, Diego & Victor Hugo, Michel Teló e Bruno & Marrone.
Durante o programa, os convidados compartilham relatos pessoais sobre como a música sempre esteve presente em suas vidas. Diego, da dupla Diego & Victor Hugo, relembra que construiu o próprio violão ainda criança, usando lata e tábua. Já César Menotti & Fabiano destacam a influência do pai, que fazia questão de incentivar o aprendizado musical desde cedo.
O ‘Viver Sertanejo‘ vai ao ar aos domingos, após o ‘Globo Rural‘, com produção de Nathália Pinha, produção executiva de Anelise Franco, direção artística de Gian Carlo Bellotti e direção de gênero de Monica Almeida.
