O programa ‘Viver Sertanejo‘, apresentado por Daniel, na Globo, recebe neste domingo, 22 de junho, grandes nomes da música para celebrar o São João. Estão no programa Amelinha, João Gomes, Manu Bahtidão e Zé Vaqueiro.
Reunidos em torno de uma mesa repleta de delícias típicas como paçoca, canjica, pamonha e curau, os artistas compartilham histórias de vida e trajetórias marcantes. A cantora Amelinha relembra sua participação no movimento musical cearense dos anos 1970, ao lado de ícones como Fagner, Belchior e Ednardo. Ela também fala com carinho sobre o relacionamento com Zé Ramalho, destacando que a canção “Frevo Mulher” foi inspirada nela.
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Já João Gomes, natural de Pernambuco, mas com carreira iniciada no Pará, conta como Zé Vaqueiro foi uma das suas maiores inspirações. “Quando comecei a cantar, foi por causa do Zé. Quando fomos gravar juntos, fiquei emocionado”, diz o cantor, que também relembra a história por trás do sucesso “Meu Pedaço de Pecado”. João, que foi indicado ao Grammy Latino por dois anos consecutivos, celebra esse momento ao lado de um de seus ídolos.
Manu Bahtidão emociona o público ao contar que encontrou na música uma forma de cura após as perdas da mãe e da avó. “Uma vizinha me levou à igreja e me deu uma fita da Cassiane. Aquilo me libertou. Aos 14 anos, saí de casa para cantar profissionalmente”, revela a artista, que hoje é um dos nomes mais fortes da música popular brasileira.
São João no Viver Sertanejo
Zé Vaqueiro, por sua vez, resgata suas origens no campo para explicar a escolha do nome artístico. “Sempre gostei da roça, dos bichos, da vaquejada. Meu primeiro trabalho foi caseiro, mas já levava essa essência. As músicas falavam de amor, mas também da vida no interior”, explica.
Ao longo do programa, Daniel e seus convidados interpretam grandes clássicos que celebram o espírito junino, como “A Vida do Viajante”, “Isso Aqui Tá Bom Demais”, “Festa no Interior”, “Frevo Mulher” e “Olha pro Céu”.
O ‘Viver Sertanejo‘ vai ao ar aos domingos, após o ‘Globo Rural‘, com produção de Nathália Pinha, produção executiva de Anelise Franco, direção artística de Gian Carlo Bellotti e direção de gênero de Monica Almeida.

