Resumo da Notícia
A quarta temporada de The Witcher chegou à Netflix sob forte expectativa — e muitas dúvidas. Com a substituição de Henry Cavill por Liam Hemsworth no papel de Geralt de Rívia, a série entra em uma nova fase que, ao menos por enquanto, não conquistou a crítica. Segundo o agregador Rotten Tomatoes, o novo ciclo estreou com apenas 53% de aprovação, o pior desempenho da produção até hoje.
Com base em 17 análises publicadas, a temporada ficou 26 pontos abaixo da terceira (79%) e 42 pontos atrás da segunda, que segue como a mais bem avaliada da saga, com 95% de aprovação. Até mesmo a primeira temporada, marcada pela estreia de Cavill como o Lobo Branco, supera a atual, com 68%.
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Críticos apontam falta de carisma e tom irregular
Desde que a troca de protagonista foi anunciada, em 2022, fãs e analistas se perguntavam como a série reagiria à ausência de Cavill — ator que se tornou sinônimo do personagem. As primeiras impressões, porém, indicam que a transição não foi bem recebida.
O TheWrap destacou que “onde Cavill trazia presença e carisma, sendo ao mesmo tempo engraçado e brutal, Hemsworth é um peso morto na experiência”. Já o Radio Times observou que “a ausência de Cavill paira sobre uma história desequilibrada e de tom irregular”.
Outros veículos, como o The Verge, foram além da questão do elenco e criticaram o enredo: “O problema não é o novo protagonista; é que o show continua sendo um amontoado confuso de ideias”.
Apesar das avaliações negativas, parte da crítica viu pontos positivos na nova temporada. O GamesRadar+ deu quatro estrelas à produção, elogiando o ritmo mais dinâmico e a tentativa de simplificar a narrativa: “Ao eliminar o que não funcionava e manter os pontos fortes, The Witcher entrega uma fase mais focada, divertida e com boas cenas de ação — um preparo digno para a temporada final”.

