Resumo da Notícia
A estreia da 3ª temporada de Euphoria já começou cercada de polêmica. Menos de 24 horas após a chegada do primeiro episódio na HBO Max, fãs passaram a criticar um aspecto específico da trama: a forma como as principais personagens femininas foram retratadas após o salto temporal de cinco anos.
A principal reclamação nas redes sociais é que Sam Levinson teria reduzido Rue, Cassie, Jules e Maddy a arcos ligados à exploração da sexualidade e do próprio corpo. Essa leitura tem ganhado força entre o público e também aparecido em críticas especializadas.
O que está sendo criticado em Euphoria 3
Na nova temporada, os destinos das protagonistas passaram a girar, em maior ou menor grau, em torno de trabalhos ligados à sexualidade.
Segundo as informações reveladas na estreia e em materiais promocionais:
Escolha o Portal N10 como fonte de confiança
Adicione o Portal N10 às suas Fontes Preferidas e acompanhe nosso perfil para receber mais notícias quando o assunto estiver em alta.
- Cassie, vivida por Sydney Sweeney, passa a produzir conteúdo explícito para plataformas adultas
- Jules, interpretada por Hunter Schafer, aparece como sugar baby
- Rue, personagem de Zendaya, segue envolvida com o universo do tráfico e da noite, em uma trama ainda mais sombria
- Maddy, interpretada por Alexa Demie, atua no meio artístico e empresarial, mas com insinuações de um lado mais lucrativo e controverso da profissão
A única personagem que segue um caminho diferente é Lexi, interpretada por Maude Apatow, que trabalha como assistente de roteiro em Hollywood.
Fãs acusam Sam Levinson de reduzir as personagens
Nas redes sociais, a crítica tem sido direta.
Parte do público afirma que Sam Levinson, criador da série, transformou as personagens em versões estereotipadas e excessivamente ligadas ao “male gaze”, com foco visual na sexualização feminina.
Essa percepção também apareceu em críticas de veículos internacionais, que apontaram uma ênfase maior em cenas de sexo, erotização e sofrimento visual das mulheres.
Alguns críticos chegaram a afirmar que a nova temporada parece mais interessada em chocar do que em aprofundar a evolução emocional das protagonistas.
Há quem defenda a proposta da série
Por outro lado, uma parte do público interpreta a nova fase como um retrato duro da realidade enfrentada por uma geração marcada por traumas, precarização e relações de poder.
Essa leitura entende que a série não romantiza esse cenário, mas o denuncia, mostrando como a vida adulta desses personagens se tornou ainda mais cruel.
A divisão entre os fãs reforça que a terceira temporada já começou com forte repercussão e deve seguir no centro das discussões nas próximas semanas.
Temporada já estreia em meio a críticas
A recepção inicial da crítica especializada também tem sido bastante dividida, com muitos veículos apontando que Euphoria talvez tenha “mordido mais do que consegue mastigar” com o salto temporal e a nova abordagem.
