Resumo da Notícia
A morte de Odete Roitman, um dos momentos mais emblemáticos da teledramaturgia brasileira, pode não ter a mesma aceitação no remake de “Vale Tudo”. De acordo com pesquisa do instituto Datafolha, divulgada após entrevistas realizadas em 8 e 9 de setembro, apenas 4% do público deseja que a personagem seja assassinada, como aconteceu na versão original de 1988.
Resultados da pesquisa Datafolha
A sondagem ouviu 2 mil pessoas acima de 16 anos em 113 municípios do país, com margem de erro de dois pontos. Os números revelam um desejo majoritário por alternativas de punição à vilã:
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- 47% defendem que Odete termine a novela na pobreza;
- 35% preferem que ela seja presa;
- 18% sugerem outros tipos de desfecho.
Apenas uma minoria de 4% gostaria de repetir o final da versão original, em que a personagem morre assassinada.
Contexto: a morte de Odete em 1988
Na exibição original, a vilã interpretada por Beatriz Segall foi morta nos capítulos finais, em um dos maiores mistérios da história da TV. A identidade da assassina só foi revelada no último episódio, gerando comoção nacional e entrando para o imaginário popular.
O remake e o papel de Manuela Dias
Desta vez, Débora Bloch interpreta Odete Roitman. A autora Manuela Dias já promoveu mudanças relevantes no roteiro, o que abre espaço para um possível destino diferente da vilã. Até o momento, a produção mantém sigilo sobre o desfecho, aumentando a expectativa em torno da trama.


