BBB 25: Guilherme e Edilberto tem treta após contragolpe: “A carapuça serviu?”

Guilherme questiona fala sobre 'perseguição', e Edilberto dispara: 'A carapuça serviu?'
Guilherme questiona fala sobre 'perseguição', e Edilberto dispara: 'A carapuça serviu?'. Foto: Reprodução/Globo

A formação do último Paredão no BBB 25 acendeu uma faísca entre Guilherme e Edilberto, desencadeando uma discussão acalorada. A polêmica teve início após o contragolpe de Edilberto e Raissa, que indicaram Guilherme e sua sogra, Delma, para a berlinda. A dinâmica do jogo e as justificativas usadas durante a formação do Paredão foram o estopim para o embate.

Guilherme expressou seu descontentamento com a indicação, ressaltando que ele e Delma não eram suas prioridades de voto. O fisioterapeuta afirmou que, apesar da vontade de Delma em votar, ele havia resistido à ideia de colocá-los como alvos. Durante a discussão, Guilherme questionou o uso do termo ‘perseguição’ por Edilberto ao justificar seus votos. O mineiro afirmou que se sentiu injustiçado e que o termo “perseguição” foi muito forte para o momento. “Vamos dar nome aos bois! É melhor dizer quem é quem”, disse o participante.

Em contrapartida, Edilberto e Raissa explicaram que a indicação da dupla no BBB 25 foi uma decisão por falta de opções, e que não tinha a intenção de perseguir ninguém. No entanto, Guilherme manteve seu foco na justificativa de Edilberto sobre perseguição. A resposta de Edilberto não tardou: “A carapuça serviu pra você?“. O mineiro explicou que foi vetado de duas provas, uma por Aline e Vinícius, e outra por Vitória Strada e Mateus, se sentindo assim, injustiçado no jogo.

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Guilherme e Delma no BBB 25. Foto: Reprodução

Guilherme rebateu a fala do artista circense, argumentando que ser vetado por duas duplas não configurava perseguição, definindo que perseguição seria por uma maioria. A discussão se intensificou quando Edilberto alegou que se sentia perseguido por ser alvo de votos em grupo e por ter acabado de retornar de um Paredão. Camilla, mencionada na discussão, interveio para garantir que não estava perseguindo Edilberto. Para finalizar a discussão, o dono de circo tentou explicar que a perseguição era no jogo, e não pessoal.

O fisioterapeuta questionou se Edilberto esperava que Aline e Vini vetassem outros participantes, e não ele, durante a dinâmica. Guilherme concluiu que o que acontece no jogo não é perseguição, e sim uma estratégia de jogo, encerrando o embate com a afirmação.

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