Resumo da NotĂcia
A Square Enix voltou a mexer com o imaginário dos fĂŁs de RPG ao revelar um novo jogo da franquia Final Fantasy, com lançamento confirmado ainda em 2026. A novidade nĂŁo Ă© um tĂtulo eletrĂ´nico tradicional, mas sim um jogo de tabuleiro oficial, inspirado diretamente nos Final Fantasy I a VI Pixel Remaster, marcando uma mudança estratĂ©gica na forma como a sĂ©rie passa a dialogar com o pĂşblico fora dos consoles e PCs.
O anĂşncio acontece Ă s vĂ©speras da Toy Fair e envolve uma parceria inĂ©dita com a KessCo, empresa especializada em produtos de entretenimento fĂsico. O projeto inaugura uma nova linha oficial de jogos de tabuleiro de Final Fantasy, com foco em acessibilidade, nostalgia e experiĂŞncia compartilhada, algo que a Square Enix vem explorando com mais força nos Ăşltimos anos.
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Lançado originalmente em 1987 no Nintendo Entertainment System, o primeiro Final Fantasy mudou para sempre o gênero RPG. Desde então, a franquia acumulou 16 jogos principais, além de inúmeros spin-offs, adaptações e remakes. Agora, quase quatro décadas depois, a Square Enix aposta em um caminho diferente: transformar suas histórias clássicas em uma experiência de mesa, pensada tanto para fãs veteranos quanto para novos jogadores.
Batizado de Final Fantasy: The Board Game, o primeiro tĂtulo da linha vai adaptar Final Fantasy I, II e III em um sistema simplificado e fácil de aprender, sem abrir mĂŁo da identidade visual e temática da era Pixel Remaster. A proposta Ă© permitir partidas rápidas, acessĂveis e altamente colecionáveis, algo essencial para o pĂşblico de jogos de tabuleiro moderno.
O lançamento está previsto para o terceiro trimestre de 2026, perĂodo que corresponde aos meses entre julho e setembro.
Uma linha que pode ir muito além dos primeiros jogos
Apesar de o primeiro jogo cobrir apenas os trĂŞs tĂtulos iniciais da sĂ©rie, a parceria entre Square Enix e KessCo nĂŁo se limita a esse lançamento. A expectativa Ă© que, seguindo a lĂłgica dos Pixel Remasters, novos jogos adaptem Final Fantasy IV, V e o cultuado Final Fantasy VI, considerado por muitos como um dos melhores da franquia.
Também não está descartada a possibilidade de a linha avançar para jogos posteriores. Caso esse modelo seja mantido, seria tecnicamente viável imaginar edições dedicadas a Final Fantasy VII, VIII e IX, algo que ampliaria significativamente o alcance do projeto e o interesse do público.
Outro ponto relevante Ă© a mudança de estratĂ©gia da Square Enix no segmento de jogos de mesa. AtĂ© recentemente, a prĂłpria empresa publicava seus tĂtulos tabletop. Agora, resta saber se todos os futuros jogos fĂsicos da franquia passarĂŁo a ser responsabilidade da KessCo, consolidando essa nova parceria.
Dados colecionáveis e foco na comunidade
AlĂ©m do jogo de tabuleiro, a parceria tambĂ©m prevĂŞ o lançamento de dados colecionáveis oficiais de Final Fantasy, igualmente inspirados na estĂ©tica Pixel Remaster. Esses conjuntos chegam no mesmo perĂodo do terceiro trimestre de 2026 e foram pensados para cumprir dupla função: uso em partidas de RPG de mesa e exibição para colecionadores.
Cada conjunto contará com uma miniatura esculpida de personagem, posicionada no topo do recipiente dos dados, reforçando o apelo visual e o valor colecionável. A expectativa é que esses itens também sejam apresentados durante a Toy Fair.
O que dizem os responsáveis
O CEO da KessCo, Alex Kessler, destacou a força da franquia no universo tabletop e explicou o espĂrito do projeto. Segundo ele:
“Vimos como FINAL FANTASY pode ser poderoso no espaço de jogos de tabuleiro recentemente, reunindo fĂŁs de longa data e novos jogadores em uma experiĂŞncia compartilhada. Estamos animados em fazer parceria com a Square Enix e continuar esse impulso com nossa prĂłpria adaptação fiel, que honra o que os fĂŁs mais amam na Era Pixel Remaster, ao mesmo tempo em que entrega algo divertido, acessĂvel e colecionável para a comunidade de jogos de mesa.”
A declaração reforça que o objetivo não é apenas explorar a marca, mas expandir o ecossistema Final Fantasy para além do digital, apostando na nostalgia e na convivência presencial.

