Resumo da Notícia
O primeiro jogo lançado no dia um do Xbox Game Pass em 2026 chegou ao catálogo nesta semana e, em poucos dias, ultrapassou a marca de 300 mil cópias vendidas. O número, isoladamente, não impressiona quando comparado a grandes blockbusters, mas ganha peso quando analisado dentro do contexto: o título já está incluído no serviço por assinatura, não é um jogo de alto orçamento e representa a estreia de um estúdio no mercado. Ainda assim, a recepção entre os assinantes está longe de ser consensual.
O jogo em questão é Quarantine Zone: The Last Check, disponível atualmente apenas para PC por meio do Game Pass. A curiosidade inicial levou muitos jogadores a experimentá-lo logo no lançamento, mas a experiência dividiu opiniões.
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Na Microsoft Store, o título aparece com avaliação média de 3 de 5 estrelas. Já na Steam, o índice de aprovação gira em torno de 75%, números considerados apenas medianos para um lançamento tão aguardado dentro do serviço.
Desempenho e falhas técnicas pesam nas avaliações
Ao analisar as avaliações negativas, um padrão se repete: problemas de desempenho e presença de bugs dominam a maior parte das críticas. Jogadores relatam quedas de desempenho, falhas técnicas e instabilidades que comprometem a experiência, especialmente para quem decidiu jogar logo nos primeiros dias. Esses pontos, evidentemente, pesam contra o título no curto prazo.
Por outro lado, há um elemento importante frequentemente ignorado nessas críticas mais duras. O conteúdo do jogo em si — sua proposta de estratégia e simulação — tem sido elogiado por parte do público. Muitos jogadores destacam que, apesar dos problemas técnicos, a ideia central funciona e entrega uma experiência envolvente. O grande problema é o tempo: não há qualquer previsão oficial sobre quando essas falhas serão corrigidas. Pode levar dias, semanas ou até meses, e essa incerteza afeta diretamente a percepção do jogo.
Um lançamento modesto, mas significativo
Para quem ainda não conhece, Quarantine Zone: The Last Check é um jogo de estratégia e simulação, desenvolvido pela Brigada Games, que faz sua estreia no mercado com este projeto, e publicado pela Devolver Digital, conhecida por apostar em títulos autorais e fora do padrão tradicional.
O jogo custa R$ 97,95, valor que os assinantes do Game Pass para PC não precisam pagar para experimentar. Além disso, quem decidir comprá-lo enquanto estiver disponível no serviço pode adquiri-lo com 20% de desconto, uma política já conhecida do programa.
Ainda não há qualquer informação oficial sobre quanto tempo o título permanecerá no catálogo nem se existe a possibilidade de lançamento para Xbox One ou Xbox Series X|S. Até o momento, não há garantia alguma de que ele chegará aos consoles.
O caso reacende uma discussão recorrente entre jogadores: até que ponto lançamentos no dia um compensam quando chegam tecnicamente instáveis? Para estúdios menores, a visibilidade e o volume inicial de jogadores podem ser decisivos. Para os assinantes, porém, a expectativa é sempre de uma experiência minimamente polida — algo que, neste caso, ainda está em debate.
