Resumo da Notícia
O eleitor do Rio Grande do Norte terá duas escolhas para o Senado nas eleições de 2026. A renovação de dois terços da Casa amplia a disputa e permite que cada pessoa vote em dois candidatos diferentes. Se repetir o mesmo número, apenas um voto será computado.
Entre os nomes apresentados ao longo das convenções e dos pedidos de registro estão Styvenson Valentim, Zenaide Maia, Rafael Motta, Coronel Hélio, Samanda Alves, Sandro Pimentel, Sônia Godeiro, Rosália Fernandes, Luciana Lima, Tércio Tinoco, Pastor Silvestre e Godeiro Linhares. A relação e a situação jurídica de cada pedido devem ser conferidas no DivulgaCandContas, porque o cadastro pode receber atualizações durante o julgamento dos registros.
As duas vagas pertencem hoje a Styvenson Valentim e Zenaide Maia, que tentam a reeleição. O mandato de senador dura oito anos. Os eleitos em outubro tomarão posse em fevereiro de 2027 e permanecerão no cargo até 2035.
Principais nomes e alianças
Styvenson Valentim chega à eleição como senador em exercício e candidato à recondução. Eleito em 2018, construiu sua atuação pública em torno de segurança, fiscalização de recursos e obras financiadas por emendas. No novo ciclo, tenta conservar um eleitorado que o manteve nas primeiras posições das pesquisas da pré-campanha.
Adicione o Portal N10 às suas Fontes Preferidas e acompanhe nosso perfil para receber mais notícias quando o assunto estiver em alta.
Zenaide Maia também busca novo mandato. Médica e ex-deputada federal, integra a chapa apoiada pela aliança de Allyson Bezerra. Sua campanha procura destacar atuação em saúde, direitos sociais e repasses para municípios.
Rafael Motta, ex-deputado federal, foi escolhido para uma das vagas ao Senado na coligação de Cadu Xavier. Na mesma aliança está Samanda Alves, vereadora de Natal e candidata do PT. Os dois disputam votos dentro de um campo que também tenta vincular a eleição estadual à campanha nacional.
Coronel Hélio representa o PL na eleição para o Senado e divide o palanque majoritário com Álvaro Dias. A candidatura se dirige principalmente ao eleitorado conservador e bolsonarista. Na chapa de Allyson, além de Zenaide, foi oficializado Tércio Tinoco.
À esquerda, Sandro Pimentel e Sônia Godeiro foram apresentados pela federação PSOL-Rede. O PSTU lançou Rosália Fernandes e Luciana Lima. Outros partidos também apresentaram nomes, entre eles Pastor Silvestre e Godeiro Linhares, ampliando o número de opções na cédula eletrônica.
Como votar para senador
O voto para o Senado tem três dígitos. Como há duas vagas, a urna exibirá o cargo duas vezes. O eleitor deve escolher candidatos diferentes: depois de confirmar o primeiro nome, digita e confirma o segundo. Não existe obrigação de usar os dois votos, mas repetir o mesmo número não duplica a escolha.
Os dois candidatos mais votados no estado serão eleitos, sem segundo turno. Cada chapa ao Senado inclui ainda dois suplentes, que podem assumir temporária ou definitivamente em casos previstos pela Constituição. Os nomes dos suplentes aparecem no sistema da Justiça Eleitoral e na tela da urna.
A pré-campanha foi marcada por vantagem recorrente dos atuais senadores, embora a segunda vaga tenha aparecido mais disputada em diferentes levantamentos. O Portal N10 mostrou, por exemplo, uma pesquisa em que Styvenson liderava e Samanda aparecia em segundo no recorte estimulado. Com a campanha oficial, a comparação entre pesquisas exige atenção à data, à margem de erro e ao registro no TSE.
