Cadu Xavier diz que gestão Fátima Bezerra é “a melhor dos últimos 20 anos no RN”

A segurança pública apareceu como principal vitrine do discurso, com Cadu dizendo que Natal é a capital mais segura do Nordeste, que o RN está entre os quatro estados mais seguros do país e que a gestão rompeu com a fase de polícia aquartelada e rebeliões.
Cadu Xavier e Fátima Bezerra
Cadu Xavier e Fátima Bezerra - Foto: Carmem Felix

Resumo da Notícia

  • Cadu Xavier, pré-candidato do PT ao Governo do RN, elogiou a gestão de Fátima Bezerra, classificando-a como a melhor dos últimos 20 anos no estado.
  • Ele destacou segurança pública, equilíbrio fiscal, saúde e educação como os principais pilares de sucesso da atual administração.
  • Xavier comparou a situação atual com o cenário anterior a 2019, marcado por atraso salarial e crise na segurança.
  • A segurança pública foi apontada como o maior legado, com Natal sendo a capital mais segura do Nordeste e o RN entre os quatro estados mais seguros do país.
  • Na economia, Cadu Xavier mencionou a queda no comprometimento da receita com despesas de pessoal e a regularização da folha de pagamento.
  • Na saúde, ele citou o dobro de leitos de UTI e a ampliação de cirurgias eletivas, defendendo a continuidade da regionalização.
  • Na educação, foram listadas ações como o triplo de alunos no ensino integral, escolas reformadas e distribuição de Chromebooks.
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O pré-candidato do PT ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier, afirmou que a gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) foi o melhor governo dos últimos 20 anos aqui no nosso Estado.

A declaração foi dada em entrevista à TV Band RN, na qual o ex-secretário de Tributação e depois de Fazenda apresentou segurança pública, equilíbrio fiscal, saúde e educação como pilares do discurso de continuidade do grupo político no comando do Estado.

A fala não veio solta. Cadu vinculou a avaliação a uma comparação direta com o cenário anterior a 2019 e disse que o Rio Grande do Norte deixou para trás uma fase marcada por atraso salarial, colapso na segurança e crise administrativa. O Rio Grande do Norte até 2018 era terra de salários atrasados, de polícia aquartelada, de rebeliões em presídios, e hoje a gente vive um momento completamente diferente, afirmou.

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Segurança pública virou o principal argumento da pré-candidatura

Entre todos os pontos citados, Cadu apontou a segurança pública como o maior legado da atual gestão. Eu tenho convicção de que o maior legado do governo da professora Fátima é a segurança pública, declarou.

Para sustentar a afirmação, ele disse que Natal é hoje a capital mais segura do Nordeste e que o Rio Grande do Norte está entre os quatro estados mais seguros do país. Na mesma linha, afirmou que a realidade atual rompe com o passado recente. Saímos de um estado que vivia com a polícia aquartelada, porque os policiais não recebiam salário. Um estado que tinha rebeliões nos presídios, e hoje isso não existe mais, disse.

Cadu também relacionou esse resultado a medidas adotadas ao longo do governo. Nós tivemos mais de 5 mil profissionais de segurança pública contratados no governo da professora Fátima através de concurso público, afirmou.

Em seguida, acrescentou que houve investimento forte em equipamentos, armamentos e coletes e renovação da frota. As viaturas do nosso estado são todas novas, disse. Segundo ele, a integração entre as forças também foi decisiva: Essa integração fez com que a gente estivesse hoje em outro patamar.”

Pré-candidato usa números fiscais para defender gestão

Ao tratar da área econômica, Cadu tentou ligar responsabilidade fiscal e valorização do funcionalismo. Segundo ele, o Estado saiu de um quadro de forte comprometimento da receita com despesas de pessoal para uma situação mais equilibrada.

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Em dezembro de 2018, o Rio Grande do Norte comprometia 63% da sua receita com gasto com pessoal. Hoje, nós já estamos na casa dos 56%, ou seja, uma queda de mais de 7 pontos percentuais, afirmou.

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No mesmo bloco, ele destacou a regularização da folha e a relação do governo com o servidor. O Estado paga o seu servidor em dia, valoriza o servidor, pontuou.

Saúde e educação também entraram no discurso de continuidade

Na saúde, Cadu reconheceu dificuldades, mas afirmou que a estrutura atual é melhor do que a encontrada antes de 2019. Hoje, no governo da professora Fátima, nós temos o dobro de leito de UTI que a gente tinha antes, disse.

Ele também citou ampliação de cirurgias eletivas e melhorias em hospitais regionais. Na avaliação dele, se você comparar a saúde pública do Rio Grande do Norte de hoje com a de 2018, a situação é muito melhor do que a que a gente tinha antes.

O pré-candidato ainda defendeu a manutenção da regionalização. A gente tem que continuar esse processo de regionalização da saúde, não dá para a gente concentrar a saúde nos grandes centros, afirmou. Em seguida, completou: A gente tem que continuar esse processo de fortalecimento da saúde regional para que a saúde esteja próxima do povo.”

Na educação, ele reconheceu dificuldades, sobretudo na alfabetização, mas distribuiu a responsabilidade com os municípios. A alfabetização está na obrigação do município, disse.

Ao mesmo tempo, listou ações do governo estadual: Nós temos hoje o triplo de alunos matriculados no ensino integral do que existia antes. Nós temos mais de 100 escolas reformadas, temos todas as escolas do Estado conectadas e mais de 29 mil Chromebooks distribuídos. Nós temos a construção dos 10 Ierns.

Sobre o desempenho educacional, acrescentou: A gente espera um resultado do Ideb trazendo o Rio Grande do Norte para um patamar intermediário.

Cadu minimiza desgaste e aposta na memória de 2022

Mesmo com pesquisas apontando desgaste das gestões estadual e federal, Cadu afirmou que o grupo tem o que mostrar. Seria arriscado se a gente não tivesse entregas para apresentar, disse. Ele citou a reeleição de Fátima como exemplo de que desaprovação não encerra disputa. Em 2022, a governadora Fátima enfrentava também um quadro de desaprovação e foi eleita no primeiro turno, afirmou.

Ao fim da entrevista, amarrou o discurso político à defesa da continuidade administrativa. A gente está colocando o nome à disposição com muita firmeza para defender o legado do governo da professora Fátima e apontar um futuro de mais desenvolvimento, geração de emprego e renda para o nosso povo, declarou.

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