Resumo da Notícia
A Volkswagen Tukan 2027 surge como uma das apostas mais ambiciosas da Volkswagen para o mercado brasileiro nos próximos anos. Pensada para ocupar um espaço estratégico, a nova picape chega com a missão de renovar a presença da marca em um dos segmentos mais disputados do país, combinando apelo urbano, capacidade de trabalho e um pacote tecnológico atualizado.
Flagrada recentemente em testes com carroceria definitiva, a Tukan já circula em fase avançada de desenvolvimento. O registro feito pela jornalista Claudia Carsughi mostra o modelo em meio ao trânsito, revelando proporções próximas às da Chevrolet Montana e abaixo da Fiat Toro, indicando seu posicionamento no mercado.

A produção será concentrada na fábrica de São José dos Pinhais, onde já são montados modelos como Volkswagen T-Cross e Volkswagen Virtus. A unidade já iniciou a fabricação de exemplares pré-série, etapa essencial para ajustes finais antes do lançamento, previsto para o fim de 2026, com início das vendas em 2027.
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A nova picape terá uma responsabilidade importante: substituir a veterana Volkswagen Saveiro. Além disso, marcará um passo inédito ao se tornar o primeiro modelo nacional híbrido da marca, acompanhando uma tendência que já movimenta rivais diretos como a Fiat Strada e projetos eletrificados de concorrentes globais.
No visual, a Tukan abandona qualquer disfarce e revela identidade própria. A dianteira se aproxima mais do estilo de Volkswagen Nivus e Volkswagen T-Roc, com iluminação em LED e uma faixa que conecta os faróis. Já a traseira ganha desenho exclusivo, com lanternas verticais e o nome centralizado na tampa da caçamba.
A robustez também aparece na construção. Baseada na plataforma modular MQB, a picape adota eixo traseiro rígido com feixes de mola, solução típica para suportar carga e enfrentar pisos irregulares. Mesmo com algum prejuízo no conforto quando vazia, a configuração deve garantir capacidade superior a 700 kg, reforçando sua vocação para o trabalho.
Por dentro, o modelo seguirá a linha tecnológica recente da marca. O painel será digital, com telas que podem chegar a 10,25 polegadas, além de central multimídia destacada de até 10,1 polegadas. Sistemas de assistência à condução, como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática e alerta de ponto cego, estarão disponíveis nas versões mais completas.
A gama de motores será ampla para atender diferentes perfis. As versões intermediárias devem usar o 1.0 turbo de até 116 cv com câmbio automático, enquanto as opções de entrada manterão o 1.6 aspirado com transmissão manual, voltadas ao uso profissional. No topo, o destaque será o novo 1.5 turbo com համակարգ híbrido leve de 48V, já em testes em outros modelos da marca.
Esse conjunto eletrificado deve combinar desempenho e eficiência. Com apoio de motor elétrico e sistemas de regeneração de energia, a potência pode chegar a números próximos de 170 cv em cenários mais otimistas, além de reduzir o consumo. Assim, a Tukan entra preparada para disputar espaço com futuras picapes híbridas e consolidar a estratégia da Volkswagen no segmento.
