Resumo da Notícia
A General Motors prepara uma de suas apostas mais estratégicas para os próximos anos: o Chevrolet Sonic, SUV compacto que nasce da plataforma do Onix, mas com ambição própria. O modelo chega para reforçar o segmento de entrada, cada vez mais competitivo. E, antes mesmo do lançamento, já movimenta o mercado com teasers calculados que despertam curiosidade.
A marca vem revelando o Sonic em pequenas doses, mas a primeira imagem oficial da traseira sem disfarces mudou o tom das especulações. A assinatura luminosa em LED, inspirada no Equinox EV e no Blazer EV, praticamente une as lanternas, interrompidas apenas pelo emblema da Chevrolet, agora em preto.
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Embora derive do Onix, o novo SUV busca um visual próprio, com aerofólio destacado, vidro traseiro estreito e linha de cintura elevada para sugerir robustez. A carroceria mantém portas e parte da estrutura do hatch, mas traz suspensão mais alta, molduras, rack de teto e rodas diferentes.
Produzido em Gravataí (RS), o Sonic usa a plataforma GEM, a mesma de Onix, Onix Plus, Tracker e Montana, preservando o entre-eixos de 2,55 m — suficiente para não canibalizar o Tracker. O antigo Sonic mexicano, vendido entre 2012 e 2014, fica apenas como lembrança: agora o nome batiza um projeto nacional.
As expectativas industriais já apontam para exportações pela América Latina, reforçando o papel do modelo no portfólio regional. Segundo a própria GM, o Sonic será uma das bases para a futura renovação do Onix, que deve migrar para um novo conceito de compacto global desenvolvido em parceria com a Hyundai. O SUV antecipa parte dessa transição.
O interior, ainda não mostrado oficialmente, deverá combinar elementos do Onix com acabamentos exclusivos e recursos adicionais de conectividade e segurança. O “size impression”, conceito que amplifica a percepção de volume, será explorado tanto na cabine quanto no exterior. A GM aposta que o design cupê ajudará a diferenciá-lo entre os rivais diretos.
Na motorização, prevalecem hipóteses: o 1.0 turbo flex de até 115 cv aparece como aposta principal, com câmbio automático de seis marchas e injeção direta — algo que o destacaria frente ao Onix. Versões básicas podem empregar o 1.0 aspirado, enquanto uma alternativa futura com 1.2 turbo não está descartada. Há também margem para um sistema híbrido leve de 48V.


