Resumo da NotĂcia
A nova campanha da Peugeot aposta menos na ficha tĂ©cnica e mais na sensação. Ao transformar a experiĂŞncia de dirigir em narrativa visual, a marca busca traduzir algo difĂcil de medir: o prazer ao volante. É nesse territĂłrio emocional que os novos 208 e 2008 hĂbridos leves entram em cena, com uma linguagem acessĂvel e urbana.
No filme “Pinball”, criado pela BETC HAVAS, São Paulo deixa de ser apenas cenário e vira parte do jogo. Luzes, sons e movimentos da cidade se comportam como um fliperama vivo, guiando o motorista por um percurso acelerado, quase lúdico, em que cada avanço lembra uma nova rodada.
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A metáfora funciona porque dialoga diretamente com a proposta dos modelos Peugeot 208 e 2008 hĂbridos leves. O impulso elĂ©trico do sistema MHEV aparece como um “boost” tĂpico dos jogos, reforçando a ideia de respostas rápidas, condução suave e eficiĂŞncia no uso diário.
Sob o capĂ´, o conjunto combina o motor 1.0 Turbo 200 flex de 130 cv ao suporte elĂ©trico e Ă bateria de Ăons de lĂtio de 12V. O resultado Ă© um desempenho equilibrado, com ganhos reais no trânsito urbano, sem a necessidade de recarga externa, algo que aproxima a tecnologia da rotina do motorista comum.
Por dentro, a campanha destaca o ambiente escurecido e sofisticado das versões GT. O volante Sport Drive em couro, o painel i-Cockpit 3D Hybrid de 10 polegadas e a central i-Connect Advanced criam uma cabine focada em ergonomia, informação clara e conectividade constante.
No exterior, o design assume papel central na narrativa. Faróis Full LED, DRLs marcantes e as lanternas traseiras em LED no formato de garras de leão reforçam a identidade visual da Peugeot, enquanto o teto solar panorâmico e o badge GT sublinham o posicionamento de topo de linha.
Segundo a marca, a ideia foi materializar benefĂcios que muitas vezes ficam abstratos. Economia de atĂ© 10% no ciclo urbano e redução de atĂ© 8% nas emissões de COâ‚‚ aparecem diluĂdas na histĂłria, sem tom didático, integradas ao ritmo do filme e Ă lĂłgica do jogo.
Produzido ao longo de seis meses e com mais de 150 profissionais envolvidos, o projeto também marcou avanço técnico no audiovisual brasileiro. O uso de drones, câmera car e do Kambot Car ajudou a coreografar movimentos precisos, criando um balé urbano que reforça a mensagem central: dirigir pode ser, novamente, uma experiência prazerosa.



