Novo Leapmotor A10 chega ao Brasil para enfrentar o BYD Dolphin

Com possível chegada a partir de 2027, o modelo mira popularizar o segmento e pode até mudar de nome por conta da marca Audi no Ocidente.
Novo Leapmotor A10 chega ao Brasil para enfrentar o BYD Dolphin
Crédito da imagem: Leapmotor

Resumo da Notícia

  • Leapmotor planeja ampliar atuação no Brasil com modelo mais acessível sob a estrutura da Stellantis.
  • O Leapmotor A10 surge como aposta para ganhar volume, com possível chegada ao país e preço competitivo no segmento de entrada.
  • Com até 204 cv e autonomia de cerca de 505 km, o modelo supera rivais como BYD Dolphin e Geely EX2 em desempenho.
  • Estratégia inclui expansão da rede para até 70 concessionárias e foco em popularizar carros elétricos no Brasil a partir de 2027.
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A movimentação das montadoras chinesas no Brasil ganha um novo capítulo com a estratégia da Leapmotor, que avança sob o guarda-chuva da Stellantis. Em meio à expansão acelerada, a marca avalia ampliar sua presença com um modelo mais acessível. O objetivo é ocupar uma fatia ainda pouco explorada entre os elétricos de entrada.

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Depois de estrear por aqui com os SUVs B10 e C10, a fabricante passou a estudar um terceiro produto para completar o portfólio. A ideia é clara: oferecer um carro mais barato, capaz de atrair maior volume de consumidores. Esse movimento acompanha o crescimento da rede, que deve saltar de 26 para 70 concessionárias.

Novo Leapmotor A10 chega ao Brasil para enfrentar o BYD Dolphin
Crédito da imagem: Reprodução
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O modelo em questão é o Leapmotor A10, que surgiu oficialmente na China e, ao mesmo tempo, teve seu desenho registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. O gesto costuma ser um indicativo importante de planos comerciais. Ainda não é confirmação, mas aponta fortemente para uma futura chegada ao país.

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Posicionado como SUV compacto elétrico, o veículo entra em um segmento dominado por modelos como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, com a diferença de ser totalmente movido a eletricidade. Com 4,27 metros de comprimento e entre-eixos de cerca de 2,60 metros, aposta no equilíbrio entre ზომ e espaço interno.

Por fora, o visual foge do minimalismo extremo e aposta em linhas arredondadas e elementos bem definidos. Faróis e lanternas em LED, rodas de 18 polegadas e sensores avançados, como o LiDAR no para-brisa, reforçam a proposta tecnológica. Esse conjunto também sustenta recursos de condução assistida de nível elevado.

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Debaixo da carroceria, o A10 traz motor elétrico traseiro com 204 cv e 20,4 kgfm de torque, números que o colocam acima de concorrentes diretos como BYD Dolphin e Geely EX2 em desempenho. A bateria, de cerca de 53 kWh, promete autonomia de até 505 km no ciclo chinês, com recarga rápida em poucos minutos.

Na cabine, a proposta mistura tecnologia e simplicidade. Duas telas dominam o ambiente, sendo uma de 8,8 polegadas para o painel e outra de 14,6 para a central multimídia. A maioria dos comandos fica concentrada no sistema digital, reduzindo botões físicos e incorporando assistentes inteligentes.

Apesar do bom pacote tecnológico, há concessões típicas de custo, como suspensão traseira mais simples e ausência de alguns itens de conforto para os ocupantes traseiros. Ainda assim, o acabamento e os equipamentos superam rivais diretos, especialmente em segurança e conectividade.

Se confirmado, o modelo deve chegar ao Brasil apenas a partir de 2027, possivelmente com outro nome, já que a sigla A10 pertence à Audi em mercados ocidentais. Com preço estimado entre R$ 100 mil e R$ 135 mil, o SUV pode se tornar peça-chave para popularizar os elétricos no país e ampliar a presença da marca.

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