Resumo da Notícia
A Nissan decidiu acelerar sua presença fora do Brasil e escolheu o novo Kait como protagonista dessa estratégia. Produzido em Resende (RJ), o SUV inicia sua trajetória internacional com ambição clara: ganhar espaço em mercados latino-americanos. A ofensiva combina investimento pesado, logística estruturada e um produto pensado sob medida para a região.
O movimento mais recente marca a ampliação das exportações, que começaram pelo Paraguai, por via terrestre, e agora avançam para Colômbia e Costa Rica. Pela primeira vez, o modelo segue também por transporte marítimo, partindo do porto do Rio de Janeiro. A meta é alcançar mais de 20 países no continente nos próximos anos.

Toda a operação logística começa ainda dentro da fábrica, onde cerca de 120 trabalhadores atuam no embarque dos veículos. Em dez rampas, os SUVs são posicionados em caminhões-cegonha que seguem até o porto. De lá, os embarques ganham escala internacional, consolidando a estrutura brasileira como base exportadora.
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O Kait é fruto direto de um investimento de R$ 2,8 bilhões da Nissan no Brasil, que modernizou a unidade fluminense. O projeto também gerou empregos e inclui outro modelo estratégico, o novo Kicks. Juntos, eles fazem parte de um plano maior para fortalecer a marca na América Latina.

Pensado para o público regional, o SUV aposta em espaço interno e versatilidade como diferenciais. São 4,30 metros de comprimento, entre-eixos de 2,62 m e porta-malas de 432 litros. O conjunto busca atender famílias e consumidores que priorizam conforto sem abrir mão de tecnologia.
No interior, o modelo traz painel digital de 7 polegadas e central multimídia de até 9 polegadas nas versões mais completas. Sob o capô, o motor 1.6 16V trabalha com câmbio CVT, privilegiando eficiência e suavidade ao dirigir. A proposta é oferecer um equilíbrio entre desempenho e baixo custo de manutenção.

Com seis versões disponíveis, o Kait entra em um dos segmentos mais disputados do mercado, mirando concorrentes diretos. A estratégia da Nissan vai além do volume de vendas e mira posicionamento regional. Ao transformar Resende em um polo exportador, a marca reforça o papel do Brasil em sua operação global.
