Hyundai aposta em inteligência artificial e se une à DeepX para criar chips para robótica

Descubra como a Hyundai e a DeepX estão revolucionando a robótica com chips de inteligência artificial, criando máquinas mais autônomas e eficientes para o futuro.
Hyundai aposta em inteligência artificial e se une à DeepX para criar chips para robótica
Crédito da imagem: Boston Dynamics
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A corrida pela inteligência artificial embarcada em máquinas ganhou um novo capítulo com a aproximação entre indústria automotiva e semicondutores. A sul-coreana Hyundai Motor Group amplia sua aposta em robótica ao reforçar laços com a startup DeepX, mirando uma nova geração de robôs mais inteligentes, eficientes e independentes de conexão.

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O movimento faz parte de uma estratégia mais ampla da Hyundai para criar um ecossistema robusto de computação embarcada. A ideia é integrar parceiros locais e internacionais, acelerando o desenvolvimento de soluções capazes de operar diretamente nos dispositivos, sem depender da nuvem.

Hyundai aposta em inteligência artificial e se une à DeepX para criar chips para robótica
Crédito da imagem: Hyundai
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Nesse contexto, a DeepX surge como peça-chave ao desenvolver chips especializados em inteligência artificial. Fundada por um ex-engenheiro da Apple, a empresa aposta em unidades de processamento neural (NPUs) que permitem a execução de tarefas complexas diretamente em robôs, veículos e fábricas.

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A nova fase da parceria envolve os chips DX-M2, de segunda geração, projetados para aplicações em IA generativa. Segundo a empresa, a tecnologia permitirá que máquinas aprendam com experiências, em linha com avanços vistos em sistemas como o ChatGPT.

Além de mais inteligentes, os robôs também tendem a ser mais eficientes. Os chips da DeepX prometem consumo energético reduzido, ajudando a evitar problemas como superaquecimento — um desafio comum em robôs humanoides com alta demanda computacional.

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A empresa afirma ainda que seus semicondutores são até 20 vezes mais eficientes e significativamente mais baratos do que soluções concorrentes, como o Jetson Orin, da Nvidia, o que pode acelerar a adoção em larga escala.

Do lado da Hyundai, os planos são ambiciosos. Após apresentar o robô humanoide Atlas, a companhia projeta uma fábrica capaz de produzir até 30 mil unidades por ano até 2028, sinalizando uma aposta concreta na robotização industrial e de serviços.

A produção dos novos chips deve começar em larga escala no fim do próximo ano, utilizando tecnologia de 2 nanômetros da Samsung Electronics. Trata-se de um dos processos mais avançados do setor, essencial para garantir desempenho e eficiência.

Enquanto isso, a DeepX se prepara para dar um salto financeiro. A empresa negocia captar mais de 600 bilhões de won em investimentos, de olho em uma futura abertura de capital na Coreia do Sul, já contando com clientes relevantes como a Baidu e metas de crescimento acelerado.

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