A Great Wall Motor (GWM) registrou um crescimento expressivo nas vendas em maio, impulsionado principalmente pelo bom desempenho de seus veículos elétricos (NEVs). No mês, a empresa comercializou 102.231 unidades, um aumento de 11,78% em relação a maio do ano passado e 2,17% a mais que abril.
Os veículos elétricos foram o destaque, com 32.638 unidades vendidas, representando quase 32% do total da GWM em maio. Isso marca um crescimento de 32,41% em comparação com o mesmo mês do ano passado e 13,28% em relação a abril. Esse é o terceiro mês seguido de alta nas vendas de NEVs, com o maior volume mensal do ano até agora.
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Entre as marcas da GWM, a Haval liderou as vendas, com 57.693 carros vendidos, o que corresponde a mais da metade das vendas totais. A marca Tank ficou em segundo lugar, com 20.900 veículos, seguida pelas marcas Wey e Ora, que venderam 1.961 unidades cada.
No mercado externo, a GWM também teve resultados positivos, com 34.535 veículos vendidos em maio. Esse número representa uma leve alta de 0,17% em relação ao ano anterior e 7,37% a mais do que em abril. Enquanto isso, a Toyota aumentará produção de híbridos plug-in diante da lenta adoção de elétricos.
No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a GWM vendeu 459.099 veículos, uma pequena queda de 0,54% em comparação ao mesmo período do ano passado. Já as vendas de veículos elétricos cresceram 16,70%, totalizando 124.009 unidades no ano até maio.
Apesar do crescimento em alguns setores, as vendas no mercado externo tiveram uma queda de 3,55%, somando 157.590 veículos no período de janeiro a maio. Vale lembrar que outras montadoras também estão investindo pesado no mercado de elétricos, como a BYD que anunciou parceria para construir 15 mil carregadores ultrarrápidos de 1 MW.
No geral, a GWM mostra força especialmente no segmento de carros elétricos, que segue como principal impulsionador de seu crescimento recente, enquanto mantém estabilidade ou pequenas variações em outras áreas. No entanto, nem todas as montadoras estão tendo um bom desempenho, como a Neta Auto que enfrenta crise com perdas, dívidas e disputa pelo controle na China.

