Geely projeta vender mais de 6,5 milhões de veículos no mundo até 2030

A Geely Holding Group ambiciona vender mais de 6,5 milhões de veículos até 2030, com foco em eletrificação e expansão global para se tornar uma das maiores montadoras do mundo.
Geely projeta vender mais de 6,5 milhões de veículos no mundo até 2030
Crédito da imagem: Geely

Resumo da Notícia

A Geely Holding Group vem deixando claro que seu apetite por crescimento não é discurso vazio. A montadora chinesa acelerou nos últimos anos e agora projeta um salto ambicioso, mirando espaço entre os gigantes globais da indústria automotiva até o fim da década.

O plano do grupo é alcançar mais de 6,5 milhões de veículos vendidos por ano até 2030, com uma receita anual superior a 1 trilhão de yuans. A estratégia passa por uma mudança profunda no portfólio, cada vez mais focado em eletrificação e novos modelos de mobilidade.

Geely projeta vender mais de 6,5 milhões de veículos no mundo até 2030
Crédito da imagem: xchuxing

Segundo o CEO Andy An, a meta é colocar a Geely entre as cinco maiores montadoras do mundo em volume de vendas. Para isso, cerca de 75% dos veículos vendidos em 2030 devem ser modelos de nova energia, os chamados NEVs.

Os números recentes ajudam a explicar o otimismo. Em 2025, o grupo vendeu 4,12 milhões de veículos, alta de 26% na comparação anual. Só os NEVs somaram 2,29 milhões de unidades, um avanço expressivo de 58%, já representando mais da metade das vendas totais.

A Geely Auto respondeu pela maior fatia desse desempenho, com 3,02 milhões de veículos vendidos em 2025, superando a meta estipulada. As exportações também cresceram, chegando a quase 419 mil unidades no ano, reforçando a presença fora da China.

O movimento internacional é central no plano de longo prazo. A expectativa é que, até 2030, mais de um terço das vendas venha de mercados externos, em linha com a ambição de disputar espaço diretamente com rivais como a BYD.

Esse crescimento inclui não apenas as marcas próprias, como Geely Auto e Zeekr, mas também participações estratégicas em nomes globais como Volvo, Polestar e Proton. Com esse portfólio diversificado, o grupo aposta em escala, tecnologia e alcance global para sustentar sua expansão.

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