Geely EX2 enfrenta fila de espera, e Dolphin Mini aproveita a brecha no mercado

O Geely EX2 surpreende com alta demanda e fila de espera no Brasil. Saiba como o BYD Dolphin Mini se posiciona e os novos preços do hatch elétrico.
Geely EX2 enfrenta fila de espera, e Dolphin Mini aproveita a brecha no mercado
Crédito da imagem: Geely

Resumo da Notícia

  • O Geely EX2 esgotou o estoque inicial e formou fila de espera no Brasil, surpreendendo a fabricante.
  • O preço da versão Pro do EX2 subirá para R$ 123.800 a partir de março, distanciando-se do BYD Dolphin Mini.
  • A versão Max do EX2 é a mais procurada, com espera média de até 45 dias para entrega.
  • A Geely iniciou uma operação de importação contínua para normalizar o fluxo de unidades no mercado.
  • O modelo possui motor elétrico traseiro de 116 cv, bateria de 39,4 kWh e autonomia de 289 km (Inmetro).
  • Uma atualização futura nas concessionárias trará os recursos Android Auto e Apple CarPlay para o sistema multimídia.
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A estreia do Geely EX2 no Brasil virou um daqueles casos raros em que a procura surpreende até a própria fabricante. O hatch elétrico desembarcou discretamente, mas rapidamente passou a figurar entre os modelos mais disputados das concessionárias. Em poucas semanas, formou-se fila e o estoque inicial mostrou-se insuficiente.

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Lançado em novembro, o modelo chegou com preço promocional agressivo na versão Pro, tabelada em R$ 119.990. A marca já havia avisado que o valor subiria, mas decidiu segurar o reajuste por mais tempo diante da boa aceitação. Agora, a partir de março, o preço passará para R$ 123.800.

Geely EX2 enfrenta fila de espera, e Dolphin Mini aproveita a brecha no mercado
Crédito da imagem: Geely Sinal Adolfo Pinheiro

O aumento faz com que o EX2 se distancie do BYD Dolphin Mini, que dividia exatamente a mesma faixa de preço. Ainda assim, o elétrico da Geely segue competitivo no segmento, posicionando-se abaixo de versões mais caras de rivais diretos. A configuração Max, por sua vez, permanece em R$ 136.800, sem novo reajuste previsto.

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Segundo apuração do Auto Esporte, o sucesso comercial criou uma espera média de até 45 dias para entrega. Para garantir o carro, as lojas pedem sinal de cerca de R$ 5 mil. Dependendo da versão e da cor escolhida, o prazo pode avançar até a segunda quinzena de abril, sendo a Max a mais procurada.

Diante da demanda acima do esperado, a Geely já iniciou uma operação de importação contínua. Um lote desembarcou no último dia 19 e aguarda trâmites aduaneiros, enquanto outros navios estariam a caminho. A expectativa da rede é normalizar o fluxo a partir de março, embora parte das unidades já esteja praticamente vendida antes mesmo de chegar às lojas.

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No conjunto mecânico, não há variações: todas as versões trazem motor elétrico traseiro de 116 cv e 15,3 kgfm, alimentado por bateria de 39,4 kWh com garantia de oito anos. A autonomia declarada pelo Inmetro é de 289 km, e a recarga rápida em corrente contínua pode levar a carga de 30% a 80% em cerca de 21 minutos.

Geely EX2 enfrenta fila de espera, e Dolphin Mini aproveita a brecha no mercado
Crédito da imagem: Geely

Desde a versão de entrada, o EX2 oferece seis airbags, central multimídia de 14,6 polegadas e painel digital de 8,8 polegadas. O sistema, que inicialmente não tinha Android Auto nem Apple CarPlay, passará a contar com os recursos após atualização nas concessionárias. Assim, enquanto ajusta preços e logística, a Geely tenta manter o embalo de um hatch que, ao menos por ora, virou fenômeno de procura no mercado brasileiro.

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