Resumo da Notícia
A Ford Ranger atravessa uma fase rara em sua trajetória no Brasil. Em meio a um mercado competitivo, a picape não apenas alcançou seu melhor desempenho histórico em vendas como também abriu espaço para uma ofensiva estratégica que promete mudar seu posicionamento nos próximos anos.
Em 2025, a Ranger somou pouco mais de 34 mil unidades emplacadas e garantiu o segundo lugar entre as picapes médias. O resultado reforçou a confiança da Ford, que já traça um plano claro para ampliar a gama entre 2026 e 2027, mirando desde o uso profissional até versões mais sofisticadas.
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A principal novidade atende a uma antiga demanda do mercado: a chegada da Ranger com cabine simples e também na configuração chassi. A confirmação veio da cúpula da marca e coloca a picape em confronto direto com a Toyota Hilux em segmentos dominados pelo uso comercial e agrícola.
Segundo Martín Galdeano, presidente da Ford América do Sul, a fábrica de Pacheco seguirá recebendo investimentos e já tem lançamentos definidos. As versões cabine simples e chassi estreiam em 2026, enquanto a Ranger Tremor e a inédita PHEV ficam reservadas para 2027.
Hoje, a Ranger mais acessível é a XL 2.0 turbodiesel 4×4, vendida por R$ 272.600 apenas com cabine dupla. Equipada com motor de 170 cv, câmbio manual e tração integral, ela entrega robustez, boa capacidade de carga e dimensões que a tornaram presença constante no agronegócio.
Com a ampliação da linha, a Ford passa a disputar contratos de frotas, empresas de energia, mineração e produtores rurais, um público que tradicionalmente escolhe a Hilux. Ao diversificar a oferta, a Ranger deixa de ser apenas um sucesso de vendas e passa a ser uma aposta ainda mais ampla da marca.


