Ferrari recorre à NASA para definir velocidade máxima do elétrico Luce

Descubra como a Ferrari está desenvolvendo o Luce, seu primeiro elétrico, com foco em desempenho e conforto. Conheça a parceria com a NASA e Jony Ive para redefinir a experiência de dirigir um superesportivo.
Ferrari recorre à NASA para definir velocidade máxima do elétrico Luce
Crédito da imagem: Divulgação

Resumo da Notícia

  • A Ferrari está desenvolvendo o Luce, seu primeiro carro elétrico, com foco em equilibrar desempenho extremo e conforto ao volante.
  • A marca consultou médicos e a NASA para entender o impacto da aceleração no corpo humano e evitar que o desempenho cause desconforto.
  • O CEO Benedetto Vigna explicou que acelerações rápidas demais podem 'perturbar o cérebro', e a Ferrari busca um limite prazeroso.
  • O Luce promete ir de 0 a 100 km/h em cerca de 2,5 segundos e atingir 300 km/h, priorizando desempenho utilizável no dia a dia.
  • O interior do veículo foi desenvolvido em colaboração com a LoveFrom, grupo criativo fundado por Jony Ive, com foco em uma abordagem tátil.
  • O modelo contará com quatro motores, bateria de grande capacidade, esterçamento traseiro independente e suspensão ativa.
  • Com autonomia estimada em 530 quilômetros, o Ferrari Luce será revelado oficialmente ao longo do ano, prometendo redefinir a experiência de dirigir um superesportivo elétrico.
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A Ferrari avança com cautela e ambição em sua estreia no universo dos elétricos, tentando equilibrar desempenho extremo com conforto ao volante. Em vez de apostar apenas em números impressionantes, a marca italiana busca entender como a força da aceleração impacta o corpo humano. O resultado é um projeto que mistura tecnologia, ciência e experiência sensorial.

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Durante o desenvolvimento do modelo, batizado de Luce, a fabricante recorreu a especialistas para responder uma questão simples e crucial: até que ponto acelerar rápido demais deixa de ser prazeroso? A resposta levou a empresa a dialogar com médicos e até com a NASA, acostumada a lidar com forças extremas. A ideia era evitar que o desempenho causasse desconforto aos ocupantes.

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O CEO Benedetto Vigna explicou que carros elétricos podem atingir níveis de aceleração capazes de “perturbar o cérebro”. Segundo ele, existe um limite a partir do qual a experiência deixa de ser empolgante e passa a ser incômoda. Por isso, a Ferrari decidiu estudar esse ponto com precisão antes de definir o acerto final do carro.

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Mesmo com essa preocupação, o Luce promete números de respeito. A própria montadora já adiantou que o modelo deve ir de 0 a 100 km/h em cerca de 2,5 segundos, com velocidade máxima na casa dos 300 km/h. Ainda que não seja o mais rápido do segmento, a proposta é entregar desempenho utilizável no dia a dia, sem exageros que comprometam o conforto.

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O projeto também envolve parcerias fora do setor automotivo. O interior foi desenvolvido em colaboração com a LoveFrom, grupo criativo fundado por Jony Ive. A cabine aposta em uma abordagem mais tátil, com botões físicos e menos dependência de telas, reforçando a conexão entre carro e motorista.

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Crédito da imagem: Divulgação

Nos bastidores, informações indicam um conjunto técnico robusto. O elétrico deve contar com quatro motores, bateria de grande capacidade e sistemas avançados, como esterçamento traseiro independente e suspensão ativa herdada de outros modelos da marca. A autonomia estimada gira em torno de 530 quilômetros, alinhando desempenho e eficiência.

Ainda cercado de mistério, o Luce será revelado oficialmente ao longo do ano. Até lá, a Ferrari segue ajustando os detalhes para garantir que seu primeiro elétrico não seja apenas rápido, mas também agradável de conduzir. Afinal, mais do que impressionar, a marca quer redefinir o que significa dirigir um superesportivo na era elétrica.

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