Dacia prepara substituto do Kwid elétrico com base no novo Twingo

Descubra o futuro dos carros elétricos acessíveis! A Dacia está desenvolvendo o sucessor do Kwid E-Tech, baseado no Twingo E-Tech, para competir na Europa. Saiba mais sobre o novo modelo, sua plataforma, design e preço esperado.
Dacia prepara substituto do Kwid elétrico com base no novo Twingo
Crédito da imagem: Baldauf
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A corrida pelos carros elétricos acessíveis na Europa ganhou um novo capítulo, agora com foco total em projetos pensados desde o início para eletrificação. Depois de experiências iniciais mais adaptadas do que inovadoras, a estratégia mudou e mira um modelo popular, moderno e competitivo. O objetivo é claro: enfrentar a pressão crescente das marcas chinesas com um produto mais eficiente e barato.

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Nos bastidores dessa transformação está a Renault, que já havia tentado democratizar os elétricos com o Renault Kwid E-Tech. Apesar da proposta acessível, o modelo perdeu espaço diante da concorrência mais agressiva. Agora, a montadora aposta em uma nova geração totalmente elétrica, concebida do zero para esse tipo de motorização.

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Esse novo projeto também envolve a Dacia, que revelou recentemente seus planos até 2030, com a promessa de lançar quatro veículos elétricos inéditos. A proposta é uma entrada mais firme no segmento, priorizando baixo custo e praticidade. A ideia é manter a identidade simples da marca, mas com tecnologia atualizada.

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Os primeiros sinais concretos já apareceram nas ruas, com protótipos flagrados em testes na Europa. O modelo será o sucessor do Dacia Spring e terá mudanças profundas. A começar pela nova plataforma AmpR Small, a mesma usada pelo Renault Twingo E-Tech, além de dimensões maiores e carroceria mais robusta.

Mesmo com a base compartilhada, o visual será bem diferente. A dianteira traz faróis mais convencionais e um para-choque com entrada de ar mais ampla, além de detalhes mais resistentes na carroceria. Já a traseira ganha lanternas mais altas e um desenho próprio, reforçando a proposta de um carro simples, porém com identidade marcante.

Por dentro, as mudanças também prometem modernizar o modelo. Embora ainda camuflado, já é possível notar uma central multimídia flutuante e volante com a identidade da marca. A tendência é que o carro siga o padrão do Twingo, com painel digital e tela central maior, sem abrir mão de um acabamento mais básico para conter custos.

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No conjunto mecânico, a expectativa é de números modestos, mas suficientes para o uso urbano. O motor deve entregar cerca de 80 cv e 175 Nm, com desempenho voltado à eficiência. Abateria de 27,5 kWh deve garantir autonomiapróxima de 263 km no ciclo europeu, o que atende bem à proposta de um carro para o dia a dia.

Outro ponto importante é a versatilidade interna. O modelo pode contar com bancos traseiros deslizantes, permitindo ajustar o espaço entre passageiros e bagagens. O porta-malas pode chegar a 360 litros, com possibilidade de ultrapassar 1.000 litros com os bancos rebatidos, algo relevante para um carro desse porte.

Mesmo maior e mais equipado, o foco continua sendo o preço baixo. A expectativa é que o novo elétrico custe menos de 18 mil euros, posicionando-se como uma alternativa acessível no mercado europeu. Para isso, a produção local será essencial, evitando taxas e seguindo o caminho de rivais como o BYD Dolphin Mini.

Enquanto isso, no Brasil, o cenário é diferente. O Kwid E-Tech praticamente desapareceu das lojas, com importações suspensas e sem previsão de retorno. Com a parceria entre Renault e a Geely, o foco parece migrar para modelos mais completos, como o Geely EX2, deixando o subcompacto em segundo plano por aqui.

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