Resumo da Notícia
O Chevrolet Captiva está prestes a retornar ao mercado brasileiro, mas de um jeito completamente diferente do que conhecemos entre 2004 e 2017. Desta vez, o SUV chega em versão eletrificada, apostando primeiro em uma opção totalmente elétrica e, na sequência, em uma configuração híbrida plug-in.
A estratégia faz parte das comemorações pelos 100 anos da General Motors no Brasil. Dentro desse plano, a marca prometeu lançar cinco novos modelos até 2025 e o Captiva será um dos destaques desse pacote.
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Segundo apuração da Autoesporte, a fabricante norte-americana já definiu que a versão híbrida plug-in também estará disponível em nosso país. Esse lançamento, no entanto, virá somente depois da estreia da variante 100% elétrica.
O cronograma indica que a chegada às concessionárias brasileiras acontecerá primeiro com a configuração elétrica, prevista para o fim de 2025. Logo depois, a opção híbrida plug-in deve ampliar a linha.
Fabricado em parceria com a chinesa Wuling, o SUV é basicamente o Starlight S com a gravata da Chevrolet. As mudanças de estilo ficam restritas à dianteira e à traseira, com novos faróis, grade e para-choques. Já no interior, a central multimídia de 15,6” e o painel digital de 8,8” seguem o padrão do modelo chinês.
O conjunto elétrico entrega 204 cv e 31,6 kgfm de torque, alimentado por uma bateria LFP de 60 kWh. Pela medição chinesa, a autonomia chega a 510 km, mas no ciclo brasileiro deve cair para algo próximo de 350 km. Com 4,75 metros de comprimento, o Captiva é maior que o Equinox a combustão, mas menor que o Equinox EV, devendo custar na faixa de R$ 250 mil — bem abaixo dos R$ 440 mil pedidos pelo “irmão” elétrico.
A versão híbrida plug-in combina um motor 1.5 aspirado de 106 cv com o mesmo propulsor elétrico de 204 cv. Dependendo da bateria — de 9,5 ou 20,5 kWh — o alcance no modo elétrico varia de 60 km a 130 km. No total, o SUV pode rodar até 1.100 km, graças ao tanque de 57 litros, segundo dados da China.
Na lista de equipamentos, o Captiva trará pacote ADAS completo (frenagem automática, ACC, assistente de faixa), seis airbags, rodas de 18”, teto solar panorâmico e câmeras 360°. O porta-malas de 610 litros e o entre-eixos de 2,80 m reforçam o caráter familiar do SUV.
Num primeiro momento, o Captiva será importado da China, mas a GM já estuda fabricá-lo no Brasil em parceria com a Comexport. O presidente da GM na América do Sul, Santiago Chamorro, deixou claro que o SUV tem chances de ganhar produção local em 2026, ampliando a relevância do modelo no mercado nacional.



