Resumo da Notícia
A Audi sofre uma mudança inesperada em sua equipe de Fórmula 1. Menos de um ano após assumir o comando, Jonathan Wheatley deixa o cargo de chefe de equipe, alegando “motivos pessoais” e com saída imediata, informou a empresa nesta sexta-feira. As informações são da Reuters.
Wheatley havia ingressado na Audi em abril do ano passado, participando de uma fase decisiva de preparação da montadora para disputar o grid da F1. Em nota, Gernot Dollner, CEO da Audi AG, agradeceu a contribuição de Wheatley e desejou sucesso em seus próximos passos.
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A saída do executivo acontece em meio a rumores de que ele poderia se transferir para a Aston Martin, embora Lawrence Stroll, proprietário da equipe britânica, tenha negado qualquer ligação com Adrian Newey, reforçando que ele continua como sócio-gerente técnico e parceiro estratégico da empresa.
“Como presidente executivo e acionista controlador, quero reafirmar que nossa parceria com Adrian Newey permanece sólida”, disse Stroll, garantindo que a AMR mantém sua estrutura técnica e visão de longo prazo sem mudanças abruptas.
Para assumir o posto deixado por Wheatley, a Audi nomeou Mattia Binotto, até então chefe do projeto Audi F1, para liderar a equipe. A empresa afirmou que o foco continuará na construção de uma equipe competitiva capaz de disputar campeonatos mundiais até 2030.
Stroll destacou ainda que a equipe seguirá determinada, mantendo o foco no alto desempenho, enquanto ajustes organizacionais serão feitos de forma contínua para sustentar o crescimento e a competitividade no longo prazo.
Apesar das especulações externas, a Audi reforça que o movimento é estratégico e interno, e que a equipe continuará dedicada a consolidar sua presença na Fórmula 1, com liderança renovada e metas ambiciosas para os próximos anos.

