Resumo da Notícia
O BYD Dolphin Mini continua mostrando força no mercado brasileiro. Depois de bater recorde em março, com 7.053 unidades e o 10º lugar no ranking geral, o modelo teve uma leve queda nas vendas em abril. Mesmo assim, surpreendeu ao subir para a 7ª posição entre os carros mais vendidos do país, ficando à frente de nomes tradicionais como Hyundai HB20 e Volkswagen Tera.
De acordo com a K.Lume Consultoria, o Dolphin Mini manteve a liderança entre os elétricos em abril, com 6.880 unidades vendidas — uma queda leve de 2,5% na comparação com março. No acumulado de 2026, o modelo já soma 21.647 emplacamentos, reforçando sua presença no segmento.
Já o Geely EX2 começa a reagir no mercado. Em abril, foram 3.602 unidades vendidas, um crescimento expressivo de 211% em relação a março, quando havia registrado 1.157. O resultado chama atenção: em apenas um mês, o modelo vendeu mais do que todo o primeiro trimestre do ano, que somou 2.474 unidades.
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Mesmo com a concorrência avançando, quem segue em destaque é o Dolphin Mini. Além de liderar entre os elétricos mais uma vez, o modelo superou rivais como o HB20, que vendeu 6.764 unidades, e o Fiat Mobi, com 5.361. Foram 6.880 unidades comercializadas no mês, garantindo também a liderança no varejo.
O avanço dos carros elétricos no Brasil passa, cada vez mais, por modelos compactos e acessíveis — e é nesse cenário que o Dolphin Mini ganha força. Com proposta urbana e foco na eficiência, o hatch se posiciona como porta de entrada para quem quer migrar para a eletrificação. Preço competitivo, ზომ simples e bom pacote tecnológico ajudam a explicar sua crescente presença nas ruas.
Na linha 2026, o BYD Dolphin Mini é vendido em versão única para cinco ocupantes, com preço de R$ 119.990, ficando entre os elétricos mais baratos do país. As dimensões enxutas, com cerca de 3,80 metros de comprimento e porta-malas de 230 litros, reforçam o uso urbano. Ainda assim, o bom entre-eixos garante aproveitamento interno eficiente para a categoria.
Debaixo do capô, o conjunto é direto ao ponto: motor elétrico dianteiro de 75 cv e cerca de 13,7 kgfm de torque. O desempenho lembra o de modelos 1.0 aspirados, suficiente para o dia a dia nas cidades. A aceleração de 0 a 100 km/h gira em torno de 14,9 segundos, podendo ser levemente melhor em testes independentes.
A bateria de 38 kWh oferece autonomia de até 280 km, segundo o Inmetro, número que pode ser superado em uso urbano leve. O comportamento do carro prioriza a economia, com velocidade limitada a 103 km/h no modo Eco e até 134 km/h no modo Sport. A condução é suave, pensada para o trânsito cotidiano.
No pacote de equipamentos, o Dolphin Mini entrega mais do que o básico. São seis airbags, controle de cruzeiro, câmera de ré com sensores, freio de estacionamento eletrônico e freios a disco nas quatro rodas. O interior traz painel digital de 7 polegadas e central multimídia de 10,1 polegadas com conexão sem fio, fechando um conjunto equilibrado para a proposta.
