Endrick surpreende ao falar sobre filho: “Não espero que jogue futebol”

Endrick, aos 19 anos, revela que não deseja que seu filho siga carreira no futebol, citando a pressão e o ambiente tóxico. Conheça a nova fase do atacante, que concilia a paternidade com a busca por vaga na Copa do Mundo de 2026.
Endrick surpreende ao falar sobre filho: “Não espero que jogue futebol”
Foto: Reprodução/Instagram/@endrick

Resumo da Notícia

  • Endrick, aos 19 anos, aguarda a chegada de seu primeiro filho com Gabriely Miranda, vivendo uma transformação pessoal.
  • O atacante expressou o desejo de que o filho não siga carreira no futebol, devido ao ambiente competitivo e desgastante que ele próprio vivenciou.
  • Ele sugere que o filho explore outras áreas, como medicina ou direito, buscando felicidade e equilíbrio em sua trajetória.
  • Endrick reflete sobre suas próprias experiências com críticas, exposição e pressão constante no início da carreira.
  • O jogador afirma ter aprendido a lidar com a exposição e a focar no desempenho, evoluindo emocionalmente dentro e fora de campo.
  • Atualmente emprestado ao Lyon, Endrick foca em garantir uma vaga na Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, enquanto se prepara para a paternidade.
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Em meio à pressão por espaço na elite do futebol europeu e à expectativa por uma vaga na Copa do Mundo de 2026, Endrick vive um dos momentos mais intensos de sua vida. Aos 19 anos, o atacante concilia desafios profissionais com uma transformação pessoal importante: a chegada do primeiro filho. A nova fase tem influenciado diretamente sua visão sobre carreira, futuro e família.

O anúncio da gravidez foi feito no início de abril, ao lado da esposa, Gabriely Miranda, trazendo ainda mais emoção a um período já decisivo dentro de campo. Dias depois, o casal revelou que espera um menino, aumentando a ansiedade e a alegria do jovem jogador. Até agora, o nome do bebê ainda não foi divulgado.

Apesar de estar no auge de uma carreira promissora, Endrick surpreendeu ao falar sobre o futuro do filho. Em entrevista, ele deixou claro que não deseja que o herdeiro siga seus passos no futebol. A justificativa vem da própria vivência em um ambiente que ele considera difícil e desgastante.

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Segundo o atacante, o futebol profissional está longe de ser um cenário ideal. Ele descreve o meio como competitivo ao extremo e, muitas vezes, tóxico. Por isso, prefere que o filho construa uma trajetória em outras áreas, buscando profissões como medicina ou direito, ou qualquer caminho que proporcione felicidade e equilíbrio.

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A visão mais madura do jogador tem relação direta com experiências recentes. Desde cedo, Endrick precisou lidar com críticas, exposição e pressão constante. No início da carreira, ele admite que tinha dificuldade em ignorar comentários negativos, recorrendo frequentemente às redes sociais após os jogos.

Com o tempo, no entanto, houve uma mudança de postura. Hoje, o atacante afirma que aprendeu a se blindar das críticas e a focar no próprio desempenho. Ao deixar de lado a busca por aprovação externa, encontrou mais tranquilidade para evoluir dentro e fora de campo.

Essa evolução emocional foi testada em momentos delicados, como durante sua passagem inicial pela Europa. A adaptação a um novo país, idioma e cultura não foi simples. Além disso, lesões e a concorrência intensa por espaço aumentaram as dúvidas e o medo sobre o futuro.

Mesmo diante das dificuldades, Endrick contou com o apoio de companheiros experientes, que ajudaram na adaptação e no crescimento profissional. Ele destaca que conselhos e exemplos dentro do clube foram fundamentais para superar obstáculos e ganhar confiança.

Atualmente emprestado ao Lyon, o atacante mantém o foco em garantir uma vaga na seleção brasileira. Antes de pensar em títulos, ele prioriza o desempenho nas partidas restantes. Para Endrick, o objetivo imediato é claro: jogar a Copa do Mundo e representar o país, enquanto se prepara para a maior missão da vida, a de ser pai.

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