Após partida, Fábio reclama do gramado e aponta presença de barro em campo

Goleiro Fábio, do Fluminense, critica condições do gramado em Ponta Grossa após empate sem gols com Operário-PR pela Copa do Brasil 2026. Entenda os desafios da partida.
Após partida, Fábio reclama do gramado e aponta presença de barro em campo
Foto: Marcelo Gonçalves/ Fluminense FC

Resumo da Notícia

  • Fluminense e Operário-PR empataram em 0 a 0 na quinta fase da Copa do Brasil 2026, deixando a decisão da vaga em aberto.
  • O goleiro Fábio, do Fluminense, reclamou publicamente das condições do gramado do Estádio Germano Krüger, apontando a presença de barro.
  • A partida foi marcada por um jogo travado e poucas chances de gol, com o Fluminense encontrando dificuldades para criar ofensivamente.
  • O time carioca sofreu com a lesão precoce de Martinelli e outros desfalques, além da dificuldade de adaptação ao campo irregular.
  • Apesar das dificuldades, a defesa tricolor mostrou segurança, e a decisão da vaga será no Maracanã, em 12 de maio.
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O empate sem gols entre Fluminense e Operário-PR deixou a decisão da vaga em aberto na quinta fase da Copa do Brasil, mas também escancarou um problema que marcou a noite em Ponta Grossa: as condições do gramado. Em um jogo travado e de poucas chances, o cenário pesou tanto quanto o desempenho das equipes.

A partida, disputada no Estádio Germano Krüger, foi a estreia do time carioca na edição de 2026 da competição. Já o Operário chegou mais rodado, após avançar desde as fases iniciais, eliminando adversários como Betim, Capital e Londrina até alcançar este estágio do torneio nacional.

Dentro de campo, o duelo ficou longe de corresponder à expectativa técnica. Mesmo com maior posse de bola, o Fluminense encontrou dificuldades para transformar controle em perigo real. O estilo de jogo apoiado, com passes curtos e aproximação, esbarrou em um campo irregular e em uma marcação firme dos donos da casa.

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Logo no início, o time visitante tentou impor ritmo e criou sua primeira finalização com John Kennedy, mas sem efetividade. Pouco depois, perdeu uma peça importante: Martinelli sentiu dores na coxa e deixou o gramado ainda nos primeiros minutos, obrigando mudança precoce na equipe.

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A partir daí, o jogo esfriou. O Fluminense circulava a bola, mas tinha dificuldade para avançar ao setor ofensivo, enquanto o Operário apostava em bolas paradas e jogadas diretas. Boschilia levou perigo em uma dessas tentativas, exigindo boa intervenção do goleiro Fábio.

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As melhores oportunidades foram raras e pouco ameaçadoras. Ao todo, as equipes acertaram o gol apenas três vezes durante toda a partida. No lance mais trabalhado do time carioca, John Kennedy conseguiu finalizar após tabela, mas mandou para fora, mantendo o placar zerado.

Além das limitações impostas pelo gramado, o Fluminense também sentiu desfalques importantes. Sem alguns jogadores criativos e com mudanças no meio-campo, o time teve pouca inspiração na armação. A estratégia com três volantes não conseguiu municiar o ataque de forma eficiente.

Apesar da dificuldade ofensiva, a defesa tricolor mostrou segurança. A dupla de zaga conseguiu conter as investidas do Operário, que buscava explorar a força física e a experiência de seus jogadores mais avançados, especialmente na reta final da partida.

Após o jogo, o goleiro Fábio destacou o esforço da equipe e as dificuldades encontradas. Segundo ele, o time tentou se adaptar ao campo irregular, que apresentava pontos com barro e prejudicava a estabilidade das jogadas. Ainda assim, reforçou que o confronto segue aberto e será decidido no Maracanã, no dia 12 de maio, com expectativa de um cenário diferente diante da torcida.

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