Resumo da Notícia
O filme “Dark Horse”, que vai contar a trajetória de Jair Bolsonaro e sua vitória nas eleições de 2018, teve divulgado o que aparece como seu primeiro cartaz oficial e já tem data de estreia definida: 11 de setembro de 2026. A produção traz Jim Caviezel no papel do ex-presidente e reúne ainda nomes como Lynn Collins, Esai Morales e Felipe Folgosi no elenco.
O anúncio chama atenção por envolver um personagem político de forte peso no debate público brasileiro e por apresentar uma produção internacional ancorada em um recorte específico da trajetória de Bolsonaro.
O longa também ganha repercussão por chegar em um momento em que o ex-presidente cumpre pena em regime fechado após condenação a 27 anos e três meses de prisão.
O que já foi divulgado sobre “Dark Horse”
A produção se apresenta como um longa centrado em Jair Bolsonaro, com foco em sua ascensão política e, de forma mais específica, em sua vitória nas eleições de 2018.
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Esse recorte dá ao filme um eixo narrativo claramente político, mas também voltado à dramatização de eventos que marcaram aquele período. O projeto ainda não teve todos os seus detalhes revelados, mas já começa a desenhar o tipo de abordagem que pretende adotar ao transformar um personagem real e controverso em protagonista de cinema.
Jim Caviezel interpreta Jair Bolsonaro em “Dark Horse”. O elenco internacional também conta com Lynn Collins, conhecida por “John Carter – Entre Dois Mundos”, e Esai Morales, de “Missão Impossível 8”. Entre os nomes brasileiros citados está Felipe Folgosi, que aparece no filme como um policial federal.
A composição do elenco reforça a dimensão internacional da produção e indica uma tentativa de dar ao projeto um alcance para além do público brasileiro. No caso de um longa desse tipo, a escolha do ator que vive a figura central é decisiva, e é justamente em torno de Caviezel que o filme concentra parte importante de sua identidade pública neste primeiro momento.
Quem dirige e quem escreveu o roteiro do filme
A direção de “Dark Horse” é assinada por Cyrus Nowrasteh. O roteiro foi escrito por Mário Frias, que ocupou o cargo de Secretário Especial da Cultura no governo Bolsonaro.
Segundo o Metrópoles, uma versão do roteiro obtida descreve cenas de ação ambientadas na Amazônia, com confrontos contra cartéis de droga ao lado de indígenas e xamãs. Outras informações apontam que o longa também será focado no atentado sofrido por Bolsonaro.
