Resumo da Notícia
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A liberação da empresária Amanda Vasconcelos Tavares Reis, de 28 anos, esposa de Henrique da dupla sertaneja com Juliano, ocorreu após audiência realizada na Justiça da Flórida, nos Estados Unidos. O juiz responsável pelo caso determinou a soltura mediante o pagamento de fiança no valor de US$ 500, quantia que equivale a aproximadamente R$ 2,6 mil, além da assinatura de um termo judicial com obrigações futuras. Amanda havia sido presa na segunda-feira (2), em Orlando, depois de não atender a uma ordem de parada feita por policiais locais.
A audiência de custódia foi realizada no Tribunal do Circuito do Condado de Orange, onde a Justiça americana avaliou os autos da prisão e fixou as condições para a liberação. Após cumprir a exigência financeira, a empresária deixou a unidade prisional ainda na terça-feira (3). Entre as determinações impostas, ela se comprometeu formalmente a informar qualquer mudança de endereço e a comparecer a todas as convocações judiciais, sob pena de ter um mandado de prisão expedido caso descumpra as medidas.
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De acordo com o registro policial, Amanda responde a três imputações distintas. A principal delas é a acusação de fuga e desobediência à ordem policial, classificada como crime grave de terceiro grau pela legislação da Flórida. Além disso, ela foi autuada por dirigir sem carteira de motorista válida no estado, enquadrada como contravenção de segundo grau, e por infração de trânsito relacionada à mudança irregular de faixa.
O boletim de ocorrência aponta que a empresária trafegava entre duas faixas de rolamento quando recebeu ordem de parada, com o uso de luzes e sirene da viatura, mas seguiu dirigindo até chegar à própria residência, onde acabou sendo abordada posteriormente. Em depoimento, Amanda afirmou inicialmente que não percebeu a tentativa de abordagem, mas depois apresentou versões divergentes sobre ter ouvido ou não os sinais sonoros e visuais emitidos pelos policiais.
A polícia também destacou que Amanda mantém residência fixa na Flórida e possui visto válido até 2032, o que, pelas regras locais, a caracteriza como residente para fins legais. Nessa condição, a legislação estadual exige que o motorista possua habilitação emitida pela Flórida, documento que não foi apresentado no momento da abordagem.
Após a soltura, o sistema prisional do Condado de Orange já registra a empresária como em liberdade, enquanto o processo segue em tramitação na Justiça americana, sem data definida para novos desdobramentos públicos.
