Resumo da Notícia
Bad Bunny, 31, virou assunto imediato entre fãs e curiosos após apagar todo o conteúdo da sua conta oficial no Instagram logo depois de se apresentar no show do intervalo do Super Bowl LX, na noite de domingo (8).
A conta segue no ar e pode ser acessada normalmente — o que desapareceu foram as publicações que antes formavam o perfil. Com cerca de 52,9 milhões de seguidores, o sumiço repentino das fotos de Benito alimentou uma onda de interpretações e preocupações nas redes sociais.
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Enquanto uma parte do público leu o gesto como sinal de estratégia, outra reagiu com inquietação. A principal ansiedade apareceu em torno do componente político que marcou a performance: houve quem temesse uma consequência por Bad Bunny possivelmente ter “provocado” o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que chegou a se manifestar sobre o show do porto-riquenho chamando-o de “uma afronta”.
Ao mesmo tempo, cresceu outra leitura: a de que o artista estaria preparando uma “nova era” na carreira, embalado por um marco recente — o Grammy de Melhor Álbum do Ano com Debí Tirar Más Fotos. Para essa parcela do fandom, apagar o feed seria um jeito de “zerar” a vitrine pública e reorganizar narrativa, estética e próximos anúncios.
Como foi o show e por que ele mexeu tanto com o público
No palco, Bad Bunny assumiu o controle do espetáculo e transformou a apresentação em um bloco de identidade. O porto-riquenho celebrou a cultura latina com política, memória e espetáculo, em 13 minutos que levantaram as arquibancadas do Levi’s Stadium, em Santa Clara. A abertura veio com Tití Me Preguntó (do álbum Un Verano Sin Ti), e sucessos como Monaco e Nuevayol mantiveram o ritmo alto.
No meio desse recado simbólico, ele verbalizou a frase que guiaria o tom do show: “Que bom é ser latino” — a linha que, para muitos, ajudou a explicar por que a apresentação foi lida como um gesto mais amplo do que entretenimento.
A participação de Lady Gaga, cantando Die With a Smile, e de Ricky Martin ampliou o peso pop do momento. Antes de encerrar, Bad Bunny fez questão de citar todos os países que fazem parte da América e finalizou com Debí Tirar Más Fotos, faixa que dá nome ao álbum vencedor do Grammy.

