Resumo da Notícia
O novo Superman dirigido por James Gunn segue consolidando sua força nas bilheteiras. O longa, que marca a estreia de David Corenswet como o herói mais icônico da DC, alcançou US$ 340,7 milhões em arrecadação doméstica (EUA e Canadá) após o sexto fim de semana em cartaz. O feito coloca o filme à frente de Homem-Aranha 3 (2007), estrelado por Tobey Maguire, que havia fechado sua exibição com US$ 337,6 milhões.
Esse desempenho faz de Superman o 26º maior filme de super-heróis da história no mercado doméstico, segundo dados do Deadline. Vale destacar que em 2025 apenas duas produções haviam ultrapassado a barreira dos US$ 340 milhões até agora: Lilo & Stitch (live-action) e Minecraft: O Filme.
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O resultado coloca a produção de James Gunn em um patamar histórico dentro da DC. Antes mesmo desse marco, Superman já havia ultrapassado a bilheteria de Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016), que somou US$ 330,4 milhões no mercado doméstico.
Embora dificilmente consiga chegar ao Top 20 de todos os tempos, já que seria necessário ultrapassar os US$ 381,6 milhões de Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (2023), a projeção indica que o longa pode sim alcançar o Top 25, bastando superar os US$ 343,2 milhões de Thor: Amor e Trovão (2022). Ou seja, menos de US$ 3 milhões adicionais.
O desafio está no momento atual: o filme já está disponível em plataformas digitais para compra e aluguel, o que naturalmente reduz o ritmo das salas de cinema. Para avançar ainda mais no ranking, seria necessário manter resultados consistentes por várias semanas, algo improvável neste estágio.
O papel de James Gunn
O sucesso também reforça a importância de James Gunn como co-presidente da DC Studios. Depois de revitalizar a imagem do estúdio com O Esquadrão Suicida (2021) e a série Pacificador no streaming, Gunn entrega um Superman que, além de recuperar a força do personagem nas telonas, serve como base para o novo DCU (Universo DC) em construção.
David Corenswet, no papel de Clark Kent, e Rachel Brosnahan, como Lois Lane, foram peças fundamentais na recepção positiva. E, ao contrário de produções passadas, o filme conseguiu atrair tanto o público nostálgico dos tempos de Christopher Reeve quanto os fãs da fase Henry Cavill.
A escalada do herói nas bilheteiras
Mesmo que não chegue a níveis de blockbusters como Vingadores: Ultimato ou Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, o desempenho de Superman (2025) já representa um renascimento para o personagem. O herói, que vinha de um histórico de altos e baixos nos cinemas, agora figura entre os maiores sucessos do gênero no território norte-americano.
O filme prova que ainda existe espaço para grandes narrativas clássicas de super-heróis, especialmente quando apoiadas em um planejamento sólido e uma visão de longo prazo, como vem defendendo Gunn desde que assumiu a DC Studios.

