Resumo da Notícia
A pré-venda de ingressos para o relançamento de Lua Nova já está aberta no Brasil, e os fãs de A Saga Crepúsculo já podem garantir lugar para as sessões do filme, que retorna aos cinemas nacionais em 16 de abril.
Depois da repercussão da reexibição de “Crepúsculo”, a chegada de “Lua Nova” às telonas brasileiras já era aguardada como o próximo passo natural dessa retomada. Agora, com a pré-venda oficialmente aberta, o público pode escolher os melhores lugares para rever no cinema o segundo capítulo da série.
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O relançamento faz parte das ações que celebram os 20 anos da saga literária de Stephenie Meyer, base de uma franquia que gerou cinco longas. Esse contexto ajuda a explicar por que a volta de “Lua Nova” não é tratada apenas como uma sessão nostálgica. Há um componente claro de reposicionamento da franquia nas salas de cinema, sustentado pelo apelo que a série ainda mantém junto ao público.
A compra pode ser feita pelo site e pelos aplicativos da Ingresso.com, em mais um movimento que reforça a força comercial e afetiva da franquia baseada na obra de Stephenie Meyer.
O que “Lua Nova” representa dentro da saga
Lançado originalmente em 2009, “Lua Nova” amplia a dimensão dramática e fantástica da história iniciada em “Crepúsculo”. O filme acompanha Bella Swan, interpretada por Kristen Stewart, depois de um incidente em sua festa de aniversário provocar a saída de Edward Cullen, vivido por Robert Pattinson.
Abalada, Bella se aproxima de Jacob Black, personagem de Taylor Lautner, e encontra nele um novo ponto de apoio emocional. Aos poucos, no entanto, essa relação a puxa para o universo dos lobisomens, grupo ancestralmente rival dos vampiros. É justamente nesse eixo que o filme deixa de ser apenas uma continuação romântica e passa a expandir de forma mais decisiva a mitologia central da franquia.
Quando descobre que Edward está em perigo, Bella corre contra o tempo para ajudá-lo em um confronto que envolve os Vulturi, apresentados como um dos clãs de vampiros mais poderosos daquele universo. Esse deslocamento da trama para conflitos maiores ajudou “Lua Nova” a ganhar dimensão própria dentro da série.
“Lua Nova” não foi apenas uma sequência bem-sucedida. O longa arrecadou cerca de US$ 712,1 milhões em bilheteria mundial, quase o dobro do primeiro filme, que já havia alcançado US$ 408,4 milhões. No total, a franquia acumulou US$ 3,3 bilhões.
Esses números ajudam a sustentar o peso industrial da saga. Não se trata apenas de uma obra com base de fãs fiel, mas de uma franquia que mostrou enorme capacidade de mobilização global. Por isso, a reexibição de “Lua Nova” ganha relevância também como termômetro para os próximos movimentos.
Com a boa resposta do retorno de “Crepúsculo” e a expectativa em torno do segundo filme, cresce a possibilidade de que os demais longas da franquia — “Eclipse” (2010), “Amanhecer – Parte 1” (2011) e “Amanhecer – Parte 2” (2012) — também voltem aos cinemas.
Elenco, direção e roteiro de “Lua Nova”
Além do trio central formado por Bella Swan (Kristen Stewart), Edward Cullen (Robert Pattinson) e Jacob Black (Taylor Lautner), a franquia reuniu um elenco amplo, com nomes como Billy Burke, Peter Facinelli, Elizabeth Reaser, Nikki Reed, Kellan Lutz, Ashley Greene, Jackson Rathbone, Justin Chon, Anna Kendrick, Michael Welch, Christian Serratos, Sarah Clarke, Dakota Fanning, Michael Sheen, Jamie Campbell Bower, Bryce Dallas Howard e Christopher Heyerdahl.
“Lua Nova” teve direção de Chris Weitz, de “A Bússola de Ouro”, a partir de roteiro adaptado por Melissa Rosenberg, de “Jessica Jones”. Essa combinação ajudou a dar ao segundo filme um tom diferente do primeiro, ampliando a escala dramática da história e aprofundando o conflito entre romance, perda e pertencimento.
