Resumo da Notícia
O Itaú Unibanco, a Vale e a Accenture lideram a 10ª edição do LinkedIn Top Companies, estudo que aponta as empresas com mais oportunidades de crescimento profissional no Brasil.
O Itaú aparece no topo do ranking desde pelo menos 2018, enquanto a Vale avançou para a segunda posição neste ano. A lista também mostra a força de companhias digitais na disputa por talentos, com nomes como Google, Mercado Livre e Nubank entre as 25 empresas destacadas.
O topo do levantamento combina bancos, indústria, consultoria, tecnologia e empresas digitais. Depois de Itaú, Vale e Accenture, o Boston Consulting Group (BCG) e a IBM completam o grupo das cinco primeiras colocadas.
A presença de empresas como Google (Alphabet), Mercado Livre e Nubank reforça um movimento importante do mercado: profissionais não olham apenas para salário ou marca empregadora, mas também para ambientes com potencial de desenvolvimento, avanço de carreira e aquisição de novas competências.
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Ranking das melhores empresas para crescer profissionalmente
| Posição | Empresa |
|---|---|
| 1 | Itaú Unibanco |
| 2 | Vale |
| 3 | Accenture |
| 4 | Boston Consulting Group (BCG) |
| 5 | IBM |
| 6 | Banco do Brasil |
| 7 | Google (Alphabet) |
| 8 | Vivo (Telefônica) |
| 9 | Mercado Livre |
| 10 | EY |
| 11 | Nubank |
| 12 | SAP |
| 13 | Prosus |
| 14 | Ericsson |
| 15 | Petrobras |
| 16 | Bain & Company |
| 17 | Siemens |
| 18 | HP |
| 19 | GE HealthCare |
| 20 | Santander Brasil |
| 21 | Mastercard |
| 22 | Givaudan |
| 23 | ExxonMobil |
| 24 | Motorola Solutions |
| 25 | Tata Consultancy Services |
Por que competências ganharam mais peso na carreira
Para o editor-chefe do LinkedIn Notícias Brasil, Guilherme Odri, o avanço da inteligência artificial tornou as competências ainda mais decisivas nos processos de contratação e no planejamento de carreira.
“Isso torna mais estratégica a decisão sobre onde desenvolver a carreira, levando profissionais a priorizar empresas que investem em seus talentos e oferecem caminhos consistentes de evolução no longo prazo”, diz.
A leitura é direta: em um mercado impactado por novas tecnologias, crescer profissionalmente depende cada vez mais de estar em empresas capazes de formar, reter e promover talentos. Por isso, o ranking valoriza não apenas o tamanho das companhias, mas também sinais de desenvolvimento interno e mobilidade profissional.
O estudo usa dados da própria plataforma compilados ao longo de 2025, incluindo informações sobre contratações, promoções e desenvolvimento de competências. A classificação considera oito critérios: potencial de avanço profissional, desenvolvimento de competências, estabilidade na empresa, oportunidades externas, afinidade com a empresa, diversidade de gênero, formação acadêmica e presença de funcionários no país.
Alguns tipos de organização ficam fora da análise. O levantamento exclui agências de recrutamento, instituições de ensino, órgãos públicos e o próprio LinkedIn. Também não entram empresas com menos de 5 mil funcionários, com menos de 500 profissionais alocados no Brasil ou com rotatividade superior a 10%.
Na prática, o ranking busca medir empresas com estrutura relevante no país e capacidade real de oferecer caminhos consistentes de crescimento aos profissionais.
