Itaú lidera ranking do LinkedIn de melhores empresas para crescer na carreira

Segundo Guilherme Odri, editor-chefe do LinkedIn Notícias Brasil, o avanço da inteligência artificial torna mais estratégica a escolha de onde desenvolver carreira, porque profissionais passam a priorizar empresas que investem em talentos e oferecem evolução consistente no longo prazo.
Itaú lidera ranking do LinkedIn de melhores empresas para crescer na carreira
Itaú lidera ranking do LinkedIn de melhores empresas para crescer na carreira

Resumo da Notícia

  • Itaú Unibanco, Vale e Accenture lideram o ranking LinkedIn Top Companies 2025 de melhores empresas para crescimento profissional no Brasil.
  • O levantamento destaca a força de companhias digitais como Google, Mercado Livre e Nubank entre as 25 melhores.
  • Profissionais buscam não apenas salário, mas também ambientes com potencial de desenvolvimento e aquisição de novas competências.
  • O avanço da inteligência artificial torna o desenvolvimento de competências um fator decisivo para a carreira.
  • O ranking considera oito critérios, incluindo potencial de avanço, desenvolvimento de competências e diversidade.
  • Empresas com menos de 5 mil funcionários, rotatividade alta ou que excluem o LinkedIn são desconsideradas.
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O Itaú Unibanco, a Vale e a Accenture lideram a 10ª edição do LinkedIn Top Companies, estudo que aponta as empresas com mais oportunidades de crescimento profissional no Brasil.

O Itaú aparece no topo do ranking desde pelo menos 2018, enquanto a Vale avançou para a segunda posição neste ano. A lista também mostra a força de companhias digitais na disputa por talentos, com nomes como Google, Mercado Livre e Nubank entre as 25 empresas destacadas.

O topo do levantamento combina bancos, indústria, consultoria, tecnologia e empresas digitais. Depois de Itaú, Vale e Accenture, o Boston Consulting Group (BCG) e a IBM completam o grupo das cinco primeiras colocadas.

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A presença de empresas como Google (Alphabet), Mercado Livre e Nubank reforça um movimento importante do mercado: profissionais não olham apenas para salário ou marca empregadora, mas também para ambientes com potencial de desenvolvimento, avanço de carreira e aquisição de novas competências.

Ranking das melhores empresas para crescer profissionalmente

PosiçãoEmpresa
1Itaú Unibanco
2Vale
3Accenture
4Boston Consulting Group (BCG)
5IBM
6Banco do Brasil
7Google (Alphabet)
8Vivo (Telefônica)
9Mercado Livre
10EY
11Nubank
12SAP
13Prosus
14Ericsson
15Petrobras
16Bain & Company
17Siemens
18HP
19GE HealthCare
20Santander Brasil
21Mastercard
22Givaudan
23ExxonMobil
24Motorola Solutions
25Tata Consultancy Services
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Por que competências ganharam mais peso na carreira

Para o editor-chefe do LinkedIn Notícias Brasil, Guilherme Odri, o avanço da inteligência artificial tornou as competências ainda mais decisivas nos processos de contratação e no planejamento de carreira.

Isso torna mais estratégica a decisão sobre onde desenvolver a carreira, levando profissionais a priorizar empresas que investem em seus talentos e oferecem caminhos consistentes de evolução no longo prazo”, diz.

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A leitura é direta: em um mercado impactado por novas tecnologias, crescer profissionalmente depende cada vez mais de estar em empresas capazes de formar, reter e promover talentos. Por isso, o ranking valoriza não apenas o tamanho das companhias, mas também sinais de desenvolvimento interno e mobilidade profissional.

O estudo usa dados da própria plataforma compilados ao longo de 2025, incluindo informações sobre contratações, promoções e desenvolvimento de competências. A classificação considera oito critérios: potencial de avanço profissional, desenvolvimento de competências, estabilidade na empresa, oportunidades externas, afinidade com a empresa, diversidade de gênero, formação acadêmica e presença de funcionários no país.

Alguns tipos de organização ficam fora da análise. O levantamento exclui agências de recrutamento, instituições de ensino, órgãos públicos e o próprio LinkedIn. Também não entram empresas com menos de 5 mil funcionários, com menos de 500 profissionais alocados no Brasil ou com rotatividade superior a 10%.

Na prática, o ranking busca medir empresas com estrutura relevante no país e capacidade real de oferecer caminhos consistentes de crescimento aos profissionais.

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