Resumo da Notícia
O calendário de pagamentos do Bolsa Família – referente ao mês de outubro, começa nesta segunda-feira, 20 de outubro, para beneficiários cujo Número de Identificação Social (NIS) termine em 1.
Esse cronograma é escalonado e se estende até 31 de outubro, quando recebem os beneficiários com NIS terminado em 0. Neste mês, parte das famílias contempladas pelo programa também receberá o Auxílio Gás.
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Calendário de pagamentos de outubro
- 20 de outubro: NIS final 1
- 21 de outubro: NIS final 2
- 22 de outubro: NIS final 3
- 23 de outubro: NIS final 4
- 24 de outubro: NIS final 5
- 27 de outubro: NIS final 6
- 28 de outubro: NIS final 7
- 29 de outubro: NIS final 8
- 30 de outubro: NIS final 9
- 31 de outubro: NIS final 0
Segundo o cronograma informado, os pagamentos de novembro ocorrerão entre 14 e 28 de novembro, e os de dezembro entre 10 e 23 de dezembro, mantendo o formato escalonado por final de NIS.
Valores e adicionais do benefício
O Bolsa Família garante o mínimo de R$ 600 por família, com possibilidade de acréscimos conforme a composição familiar. Entre os adicionais previstos no material estão:
- Benefício Variável Familiar Nutriz: seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até 6 meses;
- R$ 50 adicionais para famílias com gestantes e com filhos de 7 a 18 anos;
- R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos.
Esses valores podem ser cumulativos, dependendo dos perfis dentro da família, e têm o objetivo de reforçar a proteção alimentar e o cuidado infantil.
Auxílio Gás
O Auxílio Gás tem por finalidade mitigar o impacto do preço do gás de cozinha para famílias mais vulneráveis. Conforme o conteúdo enviado, o valor pago corresponde a 100% do valor médio nacional do botijão de gás de 13 kg, apurado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), considerando a média dos últimos seis meses. O benefício é pago em meses pares.
Quem pode receber
A regra principal de elegibilidade citada no material é: renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa. O cálculo é simples — soma-se a renda total da família e divide-se pelo número de moradores; se o resultado for inferior a R$ 218, a família pode ser elegível ao programa. O material trouxe um exemplo prático: com renda total de R$ 1.518 (um salário mínimo) e sete pessoas na família, a renda per capita é R$ 216,85, ficando assim dentro do limite e apta a ingressar no Bolsa Família.
Além do critério de renda, os beneficiários precisam cumprir condicionalidades: manter crianças e adolescentes na escola, acompanhamento pré-natal para gestantes e vacinação das crianças em dia.
Como se cadastrar
A inscrição exige registro no Cadastro Único (CadÚnico), condição básica para avaliação de acesso aos programas sociais federais. A inscrição e atualização de dados podem ser feitas nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) das prefeituras ou consultadas pelo serviço oficial do governo. Estar no Cadastro Único não garante ingresso automático no Bolsa Família; o cadastro apenas viabiliza a avaliação do direito.
Como sacar e movimentar
Os beneficiários podem movimentar os recursos pelo aplicativo Caixa Tem, sem necessidade de comparecer a agências. O cartão virtual do Caixa Tem permite compras no débito, pagamento de contas e saques em lotéricas, terminais de autoatendimento, correspondentes bancários e caixas das agências da Caixa Econômica Federal.
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