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Negócios

Fora da caixa: investidores brasileiros buscam diversificação e rentabilidade com ativos alternativos

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Investidores brasileiros estão dispostos a alocar seu capital em ativos alternativos em busca de maior rentabilidade e diversificação da carteira. Apesar de muitas opções não serem garantia de rendimento, ainda assim as oportunidades têm sido vistas com bons olhos por quem quer fugir de ações, imóveis, fundos de investimentos e títulos públicos, por exemplo.

O aumento do interesse por ativos alternativos é comprovado na prática com uma análise dos dados apresentados pela plataforma Google Trend. De acordo com o indicador de tendências históricas para termos específicos da Google, a procura por informações relacionadas a criptoativos como Solana, TRON e Tether cresceu vertiginosamente ao longo dos últimos anos, comprovando seu aumento de popularidade.

Conhecidas por estarem entre as 10 criptos com maior capitalização de mercado, esses ativos têm sido vistos como opções para quem quer fugir do básico. Um dos elementos que tem ajudado no aumento da popularidade das moedas digitais é a transparência de informações. Uma pesquisa na internet para encontrar a cotação da solana hoje dólar dólar já permite que você avalie se este é o melhor momento para comprar o criptoativo. Afinal, acompanhar a atualização do preço da SOL é um dos primeiros passos para comprar um ativo alternativo.

Volatilidade de preços é principal atrativo para especialistas do segmento

Um dos aspectos que tem sido analisado de perto pelos investidores brasileiros é a busca por rentabilidade com base na volatilidade de preços dos ativos. No caso do índice Ibovespa, principal índice de renda variável do Brasil, chamou a atenção o fato do indicador começar o ano nos 160 mil pontos, ultrapassar os 198.000 e no início de junto ter voltado aos 168 mil.

Essa oscilação da bolsa brasileira coloca um dos investimentos que tradicionalmente era conhecido por ser alternativo como uma opção pouco atrativa para investidores brasileiros. Soma-se a isso o fato de que 32 empresas já abandonaram a B3 desde 2023 por decisões estratégicas e busca de simplificação da estrutura corporativa como um todo.

Entender porque empresas estão deixando a bolsa ajuda na compreensão do porque o mercado de ações têm se tornado cada vez menos atrativo para investidores, abrindo espaço para ativos alternativos como as próprias criptomoedas, que tem na volatilidade um de seus principais atrativos.

Na opinião de especialistas do segmento cripto, a volatilidade de preço entra como principal fonte de atratividade para os criptoativos por fugir da regra de ativos tradicionais. Para os profissionais que atuam nesse setor, esse é um elemento importantíssimo para atrair a atenção do investidor brasileiro às moedas digitais.

Regulamentação do Banco Central é vista com bons olhos

A  volatilidade em si não é o único atrativo para que os investidores vejam os criptoativos como alternativas interessantes para compor e diversificar suas carteiras. Afinal, a regulamentação tem papel fundamental e os avanços recentes do Banco Central têm sido vistos com bons olhos pelo setor cripto, conforme destacado por especialistas do setor.

Enquanto investidores realizam a comparação entre poupança, CDB, e outras alternativas tradicionais, o Banco Central do Brasil publicou as Resoluções BCB nº 519, 520 e 521. Todos os três documentos têm como objetivo criar diretrizes relacionadas a:

  • Autorização de empresas que atuam no setor de criptoativos.
  • Tecnologia utilizada para transações com moedas digitais.
  • Capacitação mínima para profissionais que atuam no setor.

Tudo isso cria um arcabouço legal que permite o desenvolvimento sustentável do mercado e uma maior confiabilidade para você tomar a melhor decisão ao investir em um ativo alternativo.

Para os profissionais do ramo cripto, o conhecimento das leis é essencial, já que o investidor quer saber as regras do jogo e que a regulamentação permite um ambiente propício para os negócios. Todo esse desenvolvimento fez com que alternativas como Tether, Solano e TRON ganhassem destaque em capitalização de mercado.

Ferramentas de aprendizado ajudam a dar os primeiros passos

A transparência no acesso a informação relacionada a ativos alternativos tem sido vista com bons olhos pelo segmento como um todo. No caso de criptomoedas, por exemplo, estatísticas como a popularidade, capitalização de mercado e volume podem ser facilmente acessadas em plataformas de análise de moedas digitais.

Com mais de 100 mil inscritos, o canal da Binance no YouTube é um bom exemplo de fonte de conhecimento para investidores que pretendem dar os primeiros passos no mundo das criptomoedas. Desde análises sobre como a Solana ultrapassou os $100 até uma visão do futuro do ativo SOL por parte de especialista de mercado podem ser facilmente encontradas pelos interessados em aprender mais sobre esse setor.

É essencial que os investidores tenham conhecimento dos riscos associados a todos os tipos de investimento e estudem as alternativas disponíveis para tomar a melhor decisão ao investir. Assim, a tendência é de que a escolha por diversificação em busca de rentabilidades acima do que as opções tradicionais oferecem tende a gerar o melhor resultado no curto, médio e longo prazos.

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Romário Nicácio
Sobre o autor

Romário Nicácio

Proprietário, redator e editor

Administrador de redes, estudante de Ciências e Tecnologia (C&T) e Jornalismo, que também atua como redator de sites desde 2009. Co-fundador do Portal N10 e do N10 Entretenimento, com um amplo conhecimento em diversas…

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