Policiais penais do RN marcam protesto na Governadoria e cobram reposição salarial

De acordo com o Sindppen-RN, além da questão da reposição salarial, a categoria também cobra esclarecimentos e definição sobre o pagamento do auxílio-alimentação referente ao serviço extraordinário prestado no mês de março, ponto que ainda estaria cercado de incerteza.
Categoria penal pressiona governo do RN com ato por reajuste e auxílio-alimentação - Crédito: Arquivo/Sindppen-RN
Categoria penal pressiona governo do RN com ato por reajuste e auxílio-alimentação - Crédito: Arquivo/Sindppen-RN

Resumo da Notícia

  • Policiais penais do RN realizam protesto em frente à Governadoria nesta sexta-feira (24).
  • A principal reivindicação é o cumprimento da reposição salarial com base no IPCA.
  • O Sindppen-RN alega incerteza quanto ao pagamento do auxílio-alimentação.
  • A categoria critica portarias da Seap que impactam a atuação dos profissionais.
  • O protesto foi reagendado para unir diversas categorias do serviço público estadual.
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Os policiais penais do Rio Grande do Norte vão realizar um ato de protesto nesta sexta-feira (24), a partir das 8h, em frente à Governadoria, no Centro Administrativo do Estado. A mobilização foi convocada com foco principal na cobrança pelo cumprimento da reposição salarial com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Segundo o Sindicato dos Policiais Penais do RN (Sindppen-RN), até agora o Governo do Estado não deu garantia sobre a implementação do reajuste. A entidade também afirma haver incerteza quanto ao pagamento do auxílio-alimentação referente ao serviço extraordinário realizado em março.

A pauta do protesto não se limita à reposição salarial. O sindicato também critica medidas adotadas pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). De acordo com a categoria, a edição de portarias tem criado normativas sem respaldo legal e impactado diretamente a atuação dos profissionais.

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Em nota, o Sindppen-RN afirmou que a mobilização ocorre em um ambiente marcado por “insegurança” e “desrespeito” aos direitos da categoria. O sindicato também convocou os policiais penais a participar do ato e reforçou a necessidade de adesão para pressionar o governo por respostas concretas.

Protesto foi reagendado para unir categorias

A manifestação estava prevista inicialmente para esta quinta-feira (23), mas foi remarcada pelo sindicato. Segundo a entidade, a mudança de data teve como objetivo fortalecer a articulação com outras categorias do serviço público estadual, em uma mobilização conjunta.

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Com isso, o ato desta sexta passa a concentrar não apenas a cobrança dos policiais penais, mas também a tentativa de ampliar a pressão política a partir de uma frente mais unificada de servidores.

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