Mercado
Dólar R$ 5,1170 BCB Euro R$ 5,8434 Frankfurter Bitcoin R$ 327.992,00 2,63% Ethereum R$ 9.468,98 1,91% Solana R$ 384,17 1,23% Selic 14,25% a.a. BCB IPCA 0,16% mensal Dólar R$ 5,1170 BCB Euro R$ 5,8434 Frankfurter Bitcoin R$ 327.992,00 2,63% Ethereum R$ 9.468,98 1,91% Solana R$ 384,17 1,23% Selic 14,25% a.a. BCB IPCA 0,16% mensal

Operação Viúvas Fake investiga esquema de fraudes previdenciárias com repasses no RN

A investigação aponta que os suspeitos utilizavam documentos falsos e pessoas fictícias para solicitar e conseguir benefícios previdenciários fraudulentos.
Polícia Federal
Polícia Federal

Resumo da Notícia

  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Viúvas Fake para desarticular um esquema de fraudes previdenciárias.
  • A investigação aponta a criação de pessoas fictícias para a obtenção irregular de pensões por morte do INSS.
  • Os benefícios eram solicitados em Pernambuco, com os valores sendo posteriormente transferidos para o Rio Grande do Norte.
  • Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades de Lagoa do Carro (PE) e Teresina (PI).
  • A ação evitou um prejuízo estimado em R$ 297 mil aos cofres da União através do bloqueio de pagamentos retroativos.
  • O caso contou com o apoio da Coordenação de Inteligência da Previdência Social para rastrear as irregularidades.
  • Os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude previdenciária e uso de documentação falsa.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (29), a Operação Viúvas Fake, que investiga um esquema de fraudes previdenciárias envolvendo a criação de pessoas fictícias para obtenção irregular de benefícios de pensão por morte do INSS. Segundo a PF, os pagamentos fraudulentos eram solicitados em Pernambuco e, depois de liberados, os valores eram transferidos para o Rio Grande do Norte.

Ao todo, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nas cidades de Lagoa do Carro, em Pernambuco, e Teresina, no Piauí. A corporação não divulgou os nomes dos investigados.

De acordo com a investigação, os suspeitos utilizavam documentos falsos para pedir e conseguir benefícios previdenciários irregulares. A apuração aponta que as fraudes eram estruturadas a partir da criação de pessoas fictícias, usadas para viabilizar concessões indevidas de pensão por morte.

Segundo a Polícia Federal, a operação evitou um prejuízo estimado em R$ 297 mil aos cofres da União. O valor corresponde a pagamentos retroativos gerados pelas concessões irregulares, que foram bloqueados antes de serem sacados.

A investigação contou com apoio da Coordenação de Inteligência da Previdência Social, responsável por auxiliar na identificação das fraudes. O trabalho conjunto permitiu rastrear o funcionamento do esquema e impedir que os valores fossem retirados.

No mesmo temaCâmara aprova adicional de 5% na aposentadoria para mulheres que cuidaram dos filhos

Ainda conforme a PF, os investigados poderão responder pelos crimes de fraude previdenciária e uso de documentação falsa. A operação busca aprofundar a apuração sobre a participação dos envolvidos e a movimentação dos recursos ligados aos benefícios obtidos de forma irregular. O caso segue sob investigação da Polícia Federal.

Continua após a publicidade

Deixe um comentário

Seu e‑mail não será publicado.

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.