Caso Pétala: criança de 7 anos é encontrada sem vida em residência no Planalto

O corpo da criança foi localizado em uma residência no conjunto Leningrado, no bairro Planalto, e, segundo a polícia, estava enterrado em uma cova rasa, informação que deu início aos primeiros procedimentos no local.
Polícia encontra corpo de menina desaparecida em casa na Zona Oeste de Natal
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Resumo da Notícia

  • Um homem de 24 anos foi preso em Natal pelo assassinato de Pétala Yonah Silva Nunes, de 7 anos.
  • O crime é investigado como vicaricídio, prática de violência para gerar sofrimento psicológico à mãe da vítima.
  • O corpo da criança foi encontrado em uma cova rasa no quintal da residência do suspeito, ex-companheiro da mãe.
  • O suspeito confessou ter estuprado, matado e enterrado a enteada após ser abordado pela polícia.
  • Pétala foi vista pela última vez na noite de domingo (19) e o desaparecimento foi registrado na segunda (20).
  • Corpo de Bombeiros, Polícia Científica e IML atuaram na remoção e perícia do corpo.
  • A pena para este tipo de crime varia de 20 a 40 anos de reclusão, com possíveis agravantes.
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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu, nesta segunda-feira (20), um homem de 24 anos pelo assassinato de Pétala Yonah Silva Nunes, de 7 anos.

O crime, ocorrido na comunidade Leningrado, bairro Planalto – zona Oeste de Natal, é investigado como vicaricídio — prática da violência vicária, onde o agressor mata pessoas próximas à mulher para gerar sofrimento psicológico extremo à mãe.

O corpo da vítima foi encontrado em uma cova rasa no quintal da residência do suspeito, que é ex-companheiro da mãe da criança. A prisão ocorreu no local de trabalho do investigado, após ele ter sido visto por vizinhos saindo normalmente pela manhã. Diante da abordagem policial, ele confessou ter estuprado, matado e enterrado a enteada.

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Dinâmica do desaparecimento

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  • Último contato: Pétala foi vista na noite de domingo (19), quando testemunhas relataram que ela pedia água em uma praça próxima à residência onde ficava sob cuidados de familiares.
  • Buscas: Após o registro oficial do desaparecimento nesta segunda-feira, equipes iniciaram diligências imediatas que levaram à identificação do ex-padrasto como principal suspeito. O relacionamento com a mãe da menina havia terminado há cerca de 30 dias.

O Corpo de Bombeiros auxiliou na retirada do corpo, enquanto a Polícia Científica e o IML realizaram a perícia para confirmar a causa exata da morte. O homem, que já possui antecedentes criminais, foi conduzido à delegacia sob protestos da vizinhança.

Pela legislação vigente, a pena para este tipo de crime varia de 20 a 40 anos de reclusão, com agravantes que podem elevar a condenação em até metade do tempo total. As investigações seguem em andamento para o completo esclarecimento dos fatos.

Denuncie: Informações complementares podem ser enviadas anonimamente via Disque Denúncia 181.

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