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Jovem resgatada de cativeiro em Goiás mostra ferimentos e pede justiça

Emiliane Tamara foi encontrada acorrentada em Águas Lindas de Goiás após cinco dias desaparecida. Depois da alta, mostrou ferimentos e pediu justiça.
Reprodução/YouTube – Portal N10

Resumo da Notícia

  • Emiliane Tamara foi encontrada após cinco dias desaparecida.
  • A jovem estava acorrentada em uma casa de Águas Lindas de Goiás.
  • O ex-companheiro foi preso em flagrante após o resgate.
  • A vítima recebeu alta, mostrou ferimentos e pediu justiça.
  • Denúncias podem ser feitas pelo 180 ou, em emergência, pelo 190.

Emiliane Tamara, de 24 anos, recebeu alta hospitalar neste sábado (22) e mostrou ferimentos após ser resgatada de uma casa em Águas Lindas de Goiás. Ela havia ficado desaparecida por cinco dias e foi encontrada na sexta-feira (21), segundo as informações divulgadas pelas forças de segurança.

A Polícia Militar informou que a jovem estava acorrentada, amarrada e amordaçada. Um ex-companheiro foi preso em flagrante, e a Polícia Civil apura as circunstâncias do cárcere, das agressões e do deslocamento da vítima até o imóvel.

Relato após a alta hospitalar

Após deixar o hospital, Emiliane mostrou marcas nos braços e no rosto e pediu que o caso continue sendo acompanhado. Ela relatou agressões durante o período em que ficou sob poder do suspeito e disse temer que ele seja colocado em liberdade.

De acordo com a Polícia Civil, o homem teria admitido que usou medicamento para dopá-la antes de levá-la. A investigação deverá confrontar esse relato com exames, laudos periciais, depoimentos e outros elementos reunidos no inquérito.

Como denunciar violência contra a mulher

Casos de violência contra a mulher podem ser comunicados gratuitamente à Central de Atendimento à Mulher pelo número 180. O serviço funciona 24 horas e também orienta sobre a rede de proteção; em situação de emergência, a ligação deve ser feita para o 190.

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O Portal N10 mantém um guia com canais de denúncia e mecanismos de proteção para mulheres. Além do atendimento policial, vítimas podem procurar delegacias especializadas, Defensoria Pública, Ministério Público e serviços municipais de assistência.

A prisão em flagrante não representa condenação definitiva. Cabe à Justiça decidir sobre medidas cautelares, enquanto a apuração deve garantir proteção à vítima, preservação das provas e respeito ao devido processo legal.

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