Resumo da Notícia
A reestruturação do Complexo Viário da Ponte de Igapó, na BR-101, em Natal, foi concluída na última sexta-feira (27), encerrando uma intervenção que mobilizou cerca de R$ 30,8 milhões e que havia começado em setembro de 2023. Com a finalização dos serviços, o tráfego de veículos já ocorre sem restrições, em um dos pontos mais estratégicos da mobilidade da capital e da Região Metropolitana.
A entrega marca o fim de uma obra com peso direto na circulação urbana e na logística do Rio Grande do Norte. O complexo, que tem 606 metros de extensão e registra um fluxo diário aproximado de 70 mil veículos por dia, ocupa papel central no deslocamento de trabalhadores, estudantes e usuários de serviços essenciais, além de funcionar como uma importante ligação para o acesso ao aeroporto internacional.
Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a ponte, classificada como Obra de Arte Especial (OAE), passou por uma ampla recuperação com foco na readequação da capacidade de suporte e na durabilidade da vida útil da estrutura. O conjunto das melhorias foi pensado para reforçar elementos essenciais da ponte e recuperar pontos comprometidos, dentro de uma estratégia de manutenção e reabilitação voltada à segurança e ao funcionamento de longo prazo do equipamento.
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O que foi executado na reabilitação da Ponte de Igapó
Sob gerenciamento do Programa de Manutenção e Reabilitação de Estruturas (PROARTE), a obra contemplou uma frente extensa de serviços. Entre eles, estiveram o reforço das fundações e a recuperação da superestrutura, formada por faixas de rolamento, passeios de pedestres e juntas de dilatação. Também foram realizados o reforço das estacas, blocos e pilares, a substituição de aparelhos de apoio, o reforço de vigas e ainda a demolição e reconstrução de elementos estruturais.
O escopo da intervenção incluiu ainda a implantação de uma estrutura cicloviária, em conformidade com a legislação vigente, ampliando as condições de acessibilidade e segurança para ciclistas. Paralelamente, também foram executados serviços de recomposição ambiental, compondo um pacote que não se limitou à recuperação física da ponte, mas buscou adequar o empreendimento a exigências contemporâneas de circulação e preservação.
Outro ponto importante é que a instalação de sinalizações de segurança já foi concluída, o que, segundo o DNIT, assegura que a travessia atenda aos padrões necessários para uma circulação segura. Com isso, a estrutura já opera em condições adequadas para uso pleno, sem as restrições que marcaram etapas anteriores da obra.
