Resumo da Notícia
O Aston Martin Valhalla finalmente chega ao Brasil. O primeiro exemplar destinado ao país, chassi 059 na cor verdant jade, foi apresentado pela UK Motors neste fim de semana. Serão apenas dez unidades em 2026, cada uma com preço próximo de R$ 14 milhões, tornando-o um dos carros mais caros já vendidos oficialmente no país.
Conhecido inicialmente como AM-RB 003 e apelidado de “Filho da Valkyrie”, o Valhalla é o segundo hipercarro da Aston Martin em parceria com a Red Bull Racing. Ele herda do Valkyrie tecnologias de pista, como monocoque de fibra de carbono e motor central-traseiro, mas com cabine mais prática e peso maior, ideal para uso diário.
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O conjunto híbrido é a estrela do modelo: um V8 4.0 biturbo da Mercedes-AMG, modificado pela Aston, trabalha junto com três motores elétricos para entregar 1.079 cv e 112 kgfm de torque. Essa configuração permite acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos e atingir 350 km/h, números que colocam o Valhalla entre os hipercarros mais potentes do planeta.
A aerodinâmica ativa, assinada por Adrian Newey, é outro destaque. O Valhalla conta com spoiler dianteiro móvel, fundo plano com túneis venturi e asa traseira FlexFoil ajustável, capaz de gerar mais de 600 kg de downforce a 240 km/h. Cada componente atua em conjunto com o sistema híbrido para otimizar estabilidade, tração e desempenho.
O câmbio é automatizado de dupla embreagem com oito marchas, sem marcha a ré física; a função é feita pelos motores elétricos dianteiros. A bateria PHEV de 6 kWh permite rodar curtas distâncias em modo totalmente elétrico, e o carro ainda mantém um interior minimalista, focado no piloto, com pedais elevados e telas digitais compactas, inspirado em monopostos de corrida.
Com 4,72 m de comprimento, 2,20 m de largura e apenas 1,16 m de altura, o Valhalla tem perfil de protótipo de pista, baixo centro de gravidade e suspensão pushrod/multilink ajustada para máxima performance. Freios de cerâmica Brembo e acabamento em fibra de carbono completam o pacote de engenharia de ponta.
A produção global é limitada a 999 unidades, e o Brasil receberá apenas uma fração, consolidando-se como mercado estratégico da marca na América do Sul. Todas as unidades já foram vendidas, e apenas uma ainda não foi configurada pelo comprador, reforçando a exclusividade extrema do modelo.

