Chevrolet Sonic tem lançamento previsto para o segundo trimestre

Descubra o novo Chevrolet Sonic SUV, que chega em 2026 para revolucionar o mercado. Conheça detalhes de produção, motorização e preço do utilitário nacional que promete ser o próximo sucesso da marca.
Chevrolet Sonic tem lançamento previsto para o segundo trimestre
Foto: Chevrolet

Resumo da Notícia

A Chevrolet decidiu apostar alto em um dos segmentos mais disputados do país. Em 2026, a marca colocará nas ruas um SUV inédito que resgata um nome conhecido do brasileiro: Sonic. Agora, porém, ele deixa de lado o passado de hatch importado para renascer como um utilitário esportivo compacto, feito sob medida para o gosto local.

O novo modelo chegará ao mercado no segundo trimestre de 2026, entre abril e junho. A proposta é clara: ocupar o espaço entre o Chevrolet Onix e o Chevrolet Tracker, mirando diretamente nos SUVs de entrada que vêm ganhando força nas concessionárias. A missão é oferecer porte, tecnologia e preço competitivo na medida certa.

Chevrolet Sonic tem lançamento previsto para o segundo trimestre
Foto: Chevrolet

Produzido em Gravataí (RS), na mesma linha do Onix, o Sonic SUV será 100% brasileiro. A fábrica gaúcha, que já ultrapassou 3 milhões de unidades do hatch, passa por modernização após investimento bilionário anunciado pela GM. A estratégia reduz custos e acelera o desenvolvimento do novo utilitário.

Na prática, o SUV herdará muito do Onix: plataforma, eletrônica, parte da carroceria e até componentes internos. A receita segue o que rivais já fizeram — como o Fiat Pulse e o Volkswagen Tera — ao aproveitar estruturas conhecidas para criar um produto novo e mais rentável.

O visual, no entanto, promete personalidade própria. A Chevrolet fala em estilo cupê, com teto de queda mais acentuada, lanternas em LED e inspiração em modelos maiores, como o Chevrolet Equinox EV. A dianteira deve adotar faróis divididos e capô elevado, criando a sensação de um carro maior do que realmente é.

Em dimensões, a expectativa é de algo em torno de 4,10 m a 4,20 m de comprimento e entre-eixos próximo ao do Onix. O porta-malas deve superar os 300 litros, número coerente com a categoria. A ideia é entregar espaço familiar sem encostar demais no Tracker, que continuará como opção mais sofisticada.

Sob o capô, a aposta principal é o conhecido 1.0 turbo de três cilindros, com cerca de 115 cv, associado a câmbio manual ou automático de seis marchas. Há possibilidade de versões com motor 1.0 aspirado para brigar nas faixas mais baixas de preço e, no futuro, até uma opção 1.2 turbo semelhante à do Tracker.

A lista de equipamentos deve repetir a boa oferta da linha Onix, com seis airbags, central multimídia conectada, ar digital e pacote de assistentes de condução. Itens como alerta de colisão e frenagem autônoma tendem a aparecer nas versões mais completas. Quanto aos preços, a estimativa é de algo entre R$ 110 mil e R$ 150 mil, posicionamento estratégico para enfrentar Renault Kardian e outros rivais sem canibalizar o próprio Onix.

O nome Sonic, vale lembrar, já foi usado pela Chevrolet no Brasil em 2012. À época, o hatch importado da Coreia do Sul e depois do México não emplacou, apesar do bom motor 1.6. Agora, a história é outra: nacional, alinhado ao gosto por SUVs e inserido no segmento que mais cresce no país, o Sonic tem a chance de reescrever seu destino.

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