Resumo da Notícia
A BYD prepara mais um movimento estratégico no competitivo mercado chinês de sedãs eletrificados ao reforçar sua linha DM-i com versões focadas em maior autonomia elétrica. A proposta é clara: oferecer mais alcance no uso urbano sem mexer na fórmula que já conquistou o público. Qin L DM-i e Qin Plus DM-i 2026 chegam para consolidar essa ideia.
O lançamento oficial dos dois modelos está marcado para 8 de janeiro, mas as concessionárias já receberam as unidades antecipadamente. A principal novidade está no salto da autonomia em modo elétrico, que agora pode chegar a 210 km pelo ciclo CLTC, um número relevante para a categoria. Com isso, a BYD reposiciona seus sedãs como opções de longo alcance.
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No Qin L DM-i 2026, a evolução acontece longe do design, que segue inalterado por fora e por dentro. O foco está na tecnologia embarcada e no conjunto mecânico, com a adoção de uma bateria de 26,6 kWh. Esse pacote permite alcançar os mesmos 210 km de autonomia elétrica, sem mudanças estruturais.
As versões mais completas do Qin L DM-i ainda ganham um diferencial técnico importante. O sedã passa a contar com o sistema inteligente de controle de amortecimento DiSus-C, elevando o nível de conforto e estabilidade. Trata-se de um avanço de hardware reservado às configurações superiores.
O Qin Plus DM-i 2026 segue caminho semelhante, mantendo o visual já conhecido do público chinês. As melhorias aparecem no interior, com atualização do sistema de infoentretenimento alinhado ao do Qin L, além de ajustes pontuais de equipamentos. Em algumas versões, surgem vidros dianteiros laminados, reforçando o conforto acústico.
No conjunto mecânico, o Qin Plus DM-i preserva a combinação do motor 1.5 aspirado com o propulsor elétrico. O motor a combustão entrega 74 kW e 126 Nm de torque, trabalhando em harmonia com o sistema híbrido plug-in. Assim como o irmão maior, a autonomia elétrica também chega aos 210 km no padrão CLTC.
Fechando o pacote, o Qin L DM-i 2026 traz o sistema DiLink 6.0 e o pacote de assistência DiPilot “God’s Eye C”, com recursos avançados de condução semiautônoma. As dimensões permanecem as mesmas, confirmando que a BYD apostou em evolução técnica e tecnológica. Uma escolha que reforça eficiência sem reinventar o projeto.


