A taxa para correr na F1: superlicença pode ultrapassar R$ 6 milhões

Descubra o valor recorde da superlicença de Lando Norris na F1 para 2026, após seu título mundial. Entenda como a taxa é calculada, os custos de Max Verstappen e outros pilotos, e quem paga essa fortuna no automobilismo.
A taxa para correr na F1: superlicença pode ultrapassar R$ 6 milhões
Foto: McLaren

Resumo da Notícia

  • Lando Norris, campeão mundial de 2025, terá a superlicença mais cara da Fórmula 1 para a temporada de 2026.
  • O custo da superlicença de Norris ultrapassará 1,02 milhão de euros, equivalente a mais de R$ 6,6 milhões.
  • A superlicença da FIA é um documento anual com uma taxa que combina um valor fixo e outro variável, calculado pelos pontos somados na temporada anterior.
  • Max Verstappen, vice-campeão, terá a segunda superlicença mais cara, custando pouco mais de 1,01 milhão de euros.
  • Pilotos que não pontuaram ou não disputaram a temporada anterior pagam apenas a taxa básica, cerca de R$ 75 mil.
  • O pagamento da superlicença é responsabilidade das equipes e não é contabilizado no teto orçamentário da F1.
  • O brasileiro Gabriel Bortoleto, com 19 pontos, terá uma cobrança intermediária pela sua superlicença.
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A Fórmula 1 costuma transformar vitórias em cifras, e o fim da temporada 2025 deixou isso ainda mais claro. O título mundial de Lando Norris, conquistado em um duelo apertado com Oscar Piastri e Max Verstappen, rendeu glória esportiva, mas também uma conta pesada fora das pistas. Em 2026, o britânico sentirá no bolso o preço de ser campeão.

Todo piloto da F1 precisa renovar anualmente a superlicença, documento da FIA que autoriza a participação no campeonato. A taxa combina um valor fixo com outro variável, calculado a partir dos pontos somados na temporada anterior. Quanto melhor o desempenho, maior a fatura — uma regra que não perdoa nem os campeões.

A taxa para correr na F1: superlicença pode ultrapassar R$ 6 milhões
Foto: F1/Reprodução
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Norris, agora no topo do grid, assume o posto de superlicença mais cara da categoria. Com 423 pontos em 2025, o campeão mundial gerou um custo superior a 1,02 milhão de euros, algo acima de R$ 6,6 milhões. Nas últimas temporadas, essa liderança financeira havia sido de Verstappen.

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O holandês, vice-campeão por apenas dois pontos após quatro títulos consecutivos, aparece logo atrás. Sua superlicença para 2026 custa pouco mais de 1,01 milhão de euros, diferença mínima em relação a Norris. Oscar Piastri completa o trio mais caro, refletindo a disputa intensa que marcou o campeonato.

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No pelotão intermediário, os valores seguem altos, mas mais distantes da casa do milhão. George Russell, Charles Leclerc e Lewis Hamilton aparecem com cifras que variam entre cerca de R$ 2,4 milhões e quase R$ 5 milhões. Mesmo longe do título, o desempenho consistente também pesa no cálculo.

Na outra extremidade, quem não pontuou ou sequer disputou a temporada passada paga apenas a taxa básica. Franco Colapinto, Sergio Pérez, Valtteri Bottas e o estreante Arvid Lindblad se enquadram nesse grupo, com custo pouco acima de R$ 75 mil. Já o brasileiro Gabriel Bortoleto, com 19 pontos, terá uma cobrança intermediária.

A taxa para correr na F1: superlicença pode ultrapassar R$ 6 milhões
Foto: Red Bull Content Pool

Embora a taxa esteja vinculada ao piloto, o pagamento normalmente é feito pelas equipes e não entra no teto orçamentário da F1. Ainda assim, os números impressionam e ajudam a dimensionar o tamanho do negócio. Na elite do automobilismo, cada ponto conquistado segue valendo muito — dentro e fora do asfalto.

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